24/03/2016

20:52

Por: Alberto Silva

“Se for pra ser justa a presidência tem que ser minha” afirma Marina Silva

Em entrevista ao jornal Estado de S. Paulo de ontem (23), Marina, com aquele jeito tortuoso como um cipó de falar, jogou lama em todo mundo para fundamentar sua tese que é a única política honesta do globo e que, portanto, não tem como deixar de ser eleita ‘presidenta’.

Marina Silva (Rede) tem certeza de que sua hora chegou. Insinua que é a única política honesta do planeta e que a presidência é dela por direito. Líder nas pesquisas de intenção de voto para presidente do DataFolha (superou Aécio e todos os candidatos do PSDB) e foi poupada, até agora, dos escândalos, acredita que sua eleição para presidente será um passeio na floresta.

A ex-seringueira está tão confiante que já estaria, segundo se comenta abertamente entre filiados a Rede, até confeccionando um tailleur natureba, enfeitado com colares de contas e miçangas indígenas, para a cerimônia de sua posse em 2019.

Em entrevista ao jornal Estado de S. Paulo de ontem (23), Marina, com aquele jeito tortuoso como um cipó de falar, jogou lama em todo mundo para fundamentar sua tese que é a única política honesta do globo e que, portanto, não tem como deixar de ser eleita ‘presidenta’.

Marina garantiu, por exemplo, que o PMDB também é responsável pela crise econômica pela qual passa o Brasil atualmente. Ela afirma que em caso de impeachment da “presidenta” Dilma Rousseff, um governo do vice-presidente, Michel Temer, não teria legitimidade. A leitura é uma só: a única que tem legitimidade é ela Marina, que inventou uma espécie de PT com clorofila. Verde por fora e vemelho como urucum por dentro.

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