03/09/2018

18:52

Por: Redação

Para Michel Temer, Bolsonaro é “fenômeno real”

Para Michel Temer, Bolsonaro é "fenômeno real"

Para Michel Temer, Bolsonaro é “fenômeno real”

Para Michel Temer aqui

Em entrevista concedida ao jornalista José Luiz Datena e veiculada em seu programa. “Agora É Domingo”, da TV

Bandeirantes , o presidente Michel Temer comentou sobre o presidenciável Jair Bolsonaro. Não é a primeira vez que

Para Michel Temer, Bolsonaro é "fenômeno real"

o apresentador – que chegou a se candidatar ao senado, mas desistiu – entrevista o presidente da República, em Brasília.

O chefe do Executivo Nacional avalia o ex-capitão do Exército como um “fenômeno real” . “A meu ver, as

pesquisas  vão ter significado a partir do dia 15 ou 20 de setembro”, disse o presidente, que também falou sobre

outros candidatos. Sobre Henrique Meireles, candidato do MBD, Temer diz não guardar mágoas de seu ex-ministro

da Fazenda, pois acredita que quem está na vida pública tem que ficar acima dos acontecimentos.

O presidente falou ainda que Meirelles cita sim seu governo na propaganda eleitoral, mas também tem mencionado

sua participação no governo do PT, quando foi presidente do Banco Central. Temer também falou sobre Luís Inácio

Lula da Silva, que está preso em Curitiba, o qual acredita ter plena capacidade de transferir votos para o ex-prefeito

de São Paulo, Fernando Haddad. “Eu acho que Lula é capaz de transferir votos sim”, avaliou. “Só não sei se tantos

votos”, complementou.

O candidato que for eleito, de acordo com o presidente, contará com total colaboração na transição de governo. “Vou

colocar todo o aparelho governamental para ajudar na transição”, garantiu.

Crise migratória

Outro assunto levantado na entrevista exibida neste domingo foi a crise migratória no norte do país, com vários

venezuelanos buscando refúgio em Roraima. O presidente explicou sobre a polêmica distribuição de senha na

fronteira, afirmando que a maioria dos venezuelanos vem para o Brasil para comprar remédio e depois voltam, por

isso, era preciso disciplinar a entrada deles.

Ele também negou veementemente que pudesse fechar a fronteira com o país vizinho. “Isso é incogitável. Jamais

fecharíamos a fronteira por causa dos aspectos humanitários”, disse.

O presidente também foi questionado sobre a intervenção militar no Rio de Janeiro, a qual saiu em defesa, se

apoiando em números e dados estatísticos. Segundo ele, os casos de roubo de carga, furtos e homicídios “caíram

brutalmente”.

 

 

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