19/07/2016

15:56

Por: Alberto Silva

O PT roubava diretamente do contracheque de aposentados endividados

Foi desta forma que, em 5 anos, o esquema armado por Paulo Bernardo, marido da senadora petista Gleisi Hoffmann, fez R$ 100 milhões.

Sem saber, funcionários públicos também alimentaram a propina desviada pelo partido
A operação Custo Brasil não faz parte da Lava Jato, mas nasceu em decorrência de descobertas trazidas pela turma de procuradores que responde ao juiz Sérgio Moro. E, diretamente de São Paulo, desvendou um esquema nascido no Ministério do Planejamento do governo Lula, uma pilantragem que fez fortuna no governo Dilma. Mas que esquema era esse?

O jornalista Josias de Souza explicou. Durante a recente crise, muitos servidores públicos e aposentados buscaram empréstimos consignados, ou seja, aqueles em que a dívida é descontada diretamente do contracheque. Ao quitar as parcelas, era cobrada uma taxa de R$ 1,25 direcionada a uma empresa chamada Consist, contratada do Ministério do Planejamento. Contudo, a prestadora do serviço ficava com apenas R$ 0,40. Os outros R$ 0,85 viravam propina.

Foi desta forma que, em 5 anos, o esquema armado por Paulo Bernardo, marido da senadora petista Gleisi Hoffmann, fez R$ 100 milhões.

O jornalista Josias de Souza explicou. Durante a recente crise, muitos servidores públicos e aposentados buscaram empréstimos consignados, ou seja, aqueles em que a dívida é descontada diretamente do contracheque.

Em outras palavras, o PT roubava servidores públicos e aposentados endividados. Em plena crise. Ou durante a maior recessão da história deste país.

Isso é baixo demais até mesmo para os padrões do PT.

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