10/03/2017

12:51

Por: Alberto Silva

Lula procurou, e achou! Advogada e esposa de Sérgio Moro detornou o ex-presidente! VEJA!

Rosangela Moro, advogada e esposa do juiz Federal Sergio Moro, entrou em ação logo que Lula tentou dar queixa contra seu marido.

Após Lula e seus filhos darem queixa e tentarem processar o Juiz Sérgio Moro por abuso de autoridade, a advogada e esposa de #Moro entrou em ação.

Rosangela Wolff Moro defendeu seu marido e ainda afirmou que as provas encontradas no sítio de Atibaia indicam que Lula é o dono. Rosangela lembrou que objetos pessoais do ex-presidente foram encontrados no imóvel o que sugere que “aparentemente, que ele é o real proprietário”.

Segundo matéria divulgada pelo site ‘Msn’, os advogados de #Lula afirmam que houve excesso nas medidas de busca e apreensão. Rosangela rebate dizendo que, caso isso tivesse ocorrido, o fato teria de ser imputável aos agentes policiais, não ao magistrado. Para Rosangela, pode-se eventualmente discordar de decisões, mas classificá-las como criminosas “carece de qualquer base argumentativa mais séria”. “Apesar das maledicências dos Querelantes, não há nenhum elemento minimamente objetivo que possa relacionar a tomada dessas decisões a um rancor pessoal, a um interesse político partidário ou a alguma preferência ilegal, da parte do magistrado”, afirma. A mulher de Moro também disse que o que realmente se discute no processo é a independência judicial e se os juízes podem ou não ser livres para interpretar e aplicar a lei “independentemente do poder político ou econômico” dos envolvidos. Ou se, ao contrário, devem ficar sujeitos a “intimidações da parte de pessoas politicas ou de pessoas economicamente poderosas”. Para Rosangela, a queixa-crime repete o pensamento manifestado por Lula durante uma das conversar gravadas por escuta da Polícia Federal, quando ele afirma que deputados do PT deveriam “achincalhar” Moro e a equipe da Lava-Jato porque “eles têm que ter medo”, “preocupação”. A advogada afirma que a queixa-crime foi impetrada porque Lula e seus defensores não admitem que as “condutas do ex-presidente sejam sequer objeto de investigação”. Ela ressalta ainda que Moro pode ter eventualmente errado no levantamento do sigilo de escutas telefônicas, como decidiu o Superior #Tribunal Federal (STF), mas que a revisão de decisões pelas instâncias superiores “faz parte do sistema judicial de erros e acertos”. “Não há qualquer indicativo ou prova de que o magistrado tenha tomado essas decisões por interesses pessoais ou políticos-partidários, nem que tenha agido por ódio, rancor ou afeição a quem quer que seja”, sustentou Rosangela, acrescentando que a revisão de uma decisão judicial não transforma o juiz em criminoso, como pretende o ex-presidente.

O Tribunal Regional Federal da 4ª Região rejeitou com unanimidade a ação proposta pelo ex-presidente.

 

[Via Agência de Notícias.]

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