07/10/2015

23:05

Por: Alberto Silva

Contas da Presidente Dilma são ‘REJEITADAS’, no TCU em “unanimidade” por pedaladas fiscais e outros

A reprovação das contas de Dilma já era esperado, mas em sua manifestação nesta quarta-feira Nardes responsabilizou diretamente a presidente petista pelo episódio das "pedaladas fiscais".

“Caiu a casa Dilma”, suas contas foram reprovadas e não por jogo político. O TCU (Tribunal de contas da União) é um orgão técnico e REJEITOU suas contas de campanha 2014. O que lhe deixa Ilegalmente empossada como Presidente da República Federativa do Brasil.

O ministro do TCU (Tribunal de Contas da União) Augusto Nardes votou, nesta quarta-feira (7) junto aos demais ministros, por unanimidade a reprovação das contas do governo da presidente Dilma Rousseff (PT) referentes ao ano de 2014. Nardes apontou irregularidades nas contas públicas do governo e responsabilizou Dilma pelo episódio conhecido como “pedaladas fiscais”. Nardes é o relator do processo e o TCU ainda precisa votar o relatório apresentado por ele. “É importante esclarecer que a responsabilidade direta é da presidente da República sobre a prática das pedaladas fiscais.”

As “pedaladas fiscais” foram manobras contábeis realizadas pelo governo para pagar subsídios e benefícios sociais. De acordo com técnicos do TCU, o governo contraiu operações de crédito junto a bancos estatais para fazer esses pagamentos. A LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal), porém, proíbe a prática.

A reprovação das contas de Dilma já era esperado, mas em sua manifestação nesta quarta-feira Nardes responsabilizou diretamente a presidente petista pelo episódio das “pedaladas fiscais”. Nardes disse que o decreto publicado neste mês em que a presidente restringe as operações entre o Tesouro Nacional e os bancos estatais é uma prova de que Dilma poderia ter evitado as “pedaladas fiscais”.  “E por meio desse decreto, a presidente passou a restringir a prática das pedaladas e assim, deu efetivamente uma demonstração de que cabia diretamente a ela coibir a prática [das pedaladas fiscais]”, afirmou o ministro.

 

 

 

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