10/03/2015

20:20

Por: Alberto Silva

Com alta do dólar, destino mais barato é opção para intercâmbio

Veja como driblar a alta do dólar e encontrar os destinos mais em conta.
Nova Zelândia, por exemplo, é uma opção mais barata para aprender inglês.

Os Estados Unidos estão entre os lugares mais procurados por quem quer estudar fora, mas a alta do dólar desanima os estudantes. Ontem, a moeda americana fechou em R$ 3,12, a maior cotação desde 2004.

A alta do dólar americano está mudando os planos de estudantes brasileiros que pretendem fazer intercâmbio, principalmente dos que tinham os Estados Unidos como destino. Há roteiros alternativos, em países onde a moeda está com a cotação mais barata que o dólar e com muitas opções de cursos, de curta e de longa duração.

“Com a alta da moeda elas estão se reprogramando ou mudando de país ou alterando a duração do programa. Você pode ter programas de certificados, programas de diplomas, com menor duração. Ou então até optando por países como Nova Zelândia ou Austrália, em que eles podem trabalhar durante o período do programa deles. Isso ajuda na manutenção”, fala a agente de intercâmbio, Fabiana Faulhaber.

“Por exemplo, se você vai estudar inglês, um ótimo destino é a Nova Zelândia, porque você não precisa de visto, então não tem o custo com o visto, e o dólar neozeolandês está mais barato que o dólar americano, que o dólar australiano, que o euro, então é uma boa opção para estudar inglês”, orienta a diretora-executiva da Eduexpo, Daniela Ronchete.

Se planejar com antecedência e pesquisar, facilita na hora de encaixar o curso no orçamento.

“Realmente colocar quanto eu vou ter para gastar: R$ 5 mil? R$ 10 mil? E a partir daí você vai fazer uma pesquisa. Qual destino que vai conseguir se encaixar no que eu quero gastar? Eu preciso de visto? Não. Ok. Vou gastar com visto. Eu posso trabalhar enquanto eu estudo? Ah, tem país que pode tem país que não. Então isso vai influenciar no meu orçamento?”, explica Daniela.

Mariana Janot sempre sonhou com o intercâmbio. Ela conseguiu uma bolsa para estudar em Paris graças a um convênio da universidade. A estudante de relações internacionais só viaja em setembro, mas já está fazendo um pé de meia para os próximos intercâmbios.

“Ainda vão ter outros para vir, quer dizer, a gente tem que pensar em pós-graduação, mestrado, doutorado. Tem uma poupança para esses também. A gente vai guardando”, conta a estudante.

 

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