16/04/2015

10:12

Por: Alberto Silva

Brasil tem a pior internet do mundo e ganha titulo de “POBREZA DIGITAL”

Foi divulgado na manhã desta quarta-feira (15), em Genebra, na Suíça, o Relatório de Tecnologia da Informação Global do Fórum Econômico Mundial de 2015 com o 'Networked Readiness Index' (Índice de Preparo Tecnológico), que avalia a capacidade e o uso de tecnologias de informação e comunicação de 143 países.

O relatório confirma a alta correlação entre a adoção das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) por indivíduos, empresas e governos, e a capacidade de gerar o impacto econômico e social, e nota também que a liderança governamental é um requisito fundamental para todos os países na criação de um ambiente comercial favorável e de um mercado das TIC competitivo.

O ranking é liderado por Singapura e Finlândia. Entre os líderes também estão os Estados Unidos, Reino Unido, Noruega, Japão e Coreia do Sul eAlemanha.

Na América Latina, a liderança está com o Chile, que ocupa a 38ª posição, seguido por Barbados (39ª), Uruguai (46ª), Costa Rica (49ª) ePanamá (51ª).

Como sempre, o Brasil protagoniza vergonha internacional ao surgir na 84ª posição do ranking de utilização das tecnologias de informação e comunicação, adequadamente classificado como nação de “POBREZA DIGITAL”. Os brasileiros são superados por países como Trinidad e Tobago (70ª) e El Salvador (80ª).

— A banda larga é um multiplicador de renda — disse o Dr. Robert Pepper, vice-presidente de Política Tecnológica Global, concluindo: — Para garantir que as TIC beneficiem a todos, a adoção da banda larga precisa aumentar, mas, especialmente, nas populações de baixa renda. Pessoas e países desconectados estão sendo deixados para trás.

Desde 2001, o Networked Readiness Index avalia anualmente os fatores, políticas e instituições que possibilitam que um país alavanque suas TIC para uma prosperidade partilhada. Esta avaliação baseia-se na adição de 53 indicadores individuais agrupados em quatro componentes principais: ambiente, prontidão, utilização e impactos. Os indicadores individuais usam uma combinação de dados de fontes disponíveis publicamente e os resultados da Pesquisa de Opinião Executiva, uma pesquisa global com 13 mil executivos realizada pelo Fórum Econômico Mundial em colaboração com sua rede de 160 instituições parceiras.

Confira a íntegra do relatório: http://wef.ch/gitr15

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