07/07/2016

07:09

Por: Alberto Silva

Novo ‘pulo do gato’, PF está em SP, Santos e São Bernardo, 32° operação

Foram realizadas ações em Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro. Entre os mandados judiciais estão quatro de prisão temporária e um de prisão preventiva.

A Polícia Federal cumpre mandados da 32ª fase da Operação Lava Jato em São Paulo, Santos e São Bernardo do Campo na manhã desta quinta-feira (07). Ainda não há detalhes sobre os mandados.

Nesta segunda-feira (04), a PF cumpriu 5 mandados judiciais pela 31ª fase da operação. A ação foi batizada de Operação Abismo e autorizada pelo juiz federal Sérgio Moro e não envolvia pessoas com foro privilegiado.

O nome é referente às tecnologias de exploração de gás e petróleo em águas profundas, além da “demonstração que esquemas como estes identificados levaram a empresa [Petrobras] aos recantos mais profundos da corrupção e da malversação do dinheiro público”, segundo a PF.

A 31ª fase mirou as investigações no Centro de Pesquisas e Desenvolvimento Leopoldo Américo Miguez de Mello (Cenpes). De acordo com o Ministério Público Federal e a Polícia Federal, o Consórcio Novo Cenpes pagou cerca de R$ 39 milhões em propina para conseguir contrato na Petrobras entre os anos de 2007 e 2012.

Foram realizadas ações em Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro. Entre os mandados judiciais estão quatro de prisão temporária e um de prisão preventiva.

A 31ª fase mirou as investigações no Centro de Pesquisas e Desenvolvimento Leopoldo Américo Miguez de Mello (Cenpes). De acordo com o Ministério Público Federal e a Polícia Federal, o Consórcio Novo Cenpes pagou cerca de R$ 39 milhões em propina para conseguir contrato na Petrobras entre os anos de 2007 e 2012.

O Consórcio Novo Cenpes era composto pelas empresas OAS, Carioca Engenharia, Construbase Engenharia, Schahin Engenharia e Construcap CCPS Engenharia.

Na operação foram presos o ex-tesoureiro do PT, Paulo Ferreira, que já estava detido desde junho, no âmbito da Operação Custo Brasil; os empresários Erasto Messias da Silva Júnior, Genesio Schiavinato Júnior, o ex-executivo da Schahin, Edson Freire Coutinho e o presidnete da Construcap, Roberto Capobianco.

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