16/07/2016

09:14

Por: Alberto Silva

No mundo, Olimpíadas 2016 no Rio de Janeiro já é conhecida como “Olimpíada do Terror”, veja aqui…

A poucos dias do Evento, criminosos internos mostram quem manda. Corrupção Política dá as cartas. Discursos distorcidos, visando eleições de outubro, centralizam microfones.

Massacre de Munique em 1972, o Mundo faz questão de jogar pra de baixo do tapete.. O mais jovens jamais ouviram falar. O Exemplo foi esquecido.
A Tragédia de Munique ocorreu na 2ª Semana dos jogos em 1972. Organizadores afrouxaram a segurança, devido à críticas recebidas pela Imprensa e atletas. A Vila Olímpica era comparada a um Campo de Concentração.
A decisão equivocada teve consequências. Onze integrantes da Equipe Olímpica de Israel foram tomados como reféns pelo Setembro Negro. Versão Século XX do Estado Islâmico.
Desfecho lamentável chocou o Mundo. Se desejar pesquise sobre o assunto, mas um erro faço questão de destacar.
O Primeiro Ministro Alemão Willy Brandt se negou a aceitar apoio logístico da Tzahal, Operações Especiais de Israel, equipe acostuma a lidar com terroristas, mesmo com a insistência de Golda Meir.

Sofá di Pobre tem avisado. Sucesso numa investida terrorista independe do número de óbitos. Fundamental é surpreender, chocar e colocar o Mundo em perplexidade coletiva.
O Terrorista age principalmente com o impacto do inesperado, em locais que concentram a atenção do Planeta.
Temíamos a final da Eurocopa na França. Franceses entenderam o risco e se prepararam. Terroristas poderiam até tentar, mas teriam de ser perfeitos, mesmo assim estariam sujeitos a fracassos.
Ser pego antes de agir, não faz bem à “Imagem”. Fortalece o inimigo. Demonstra fragilidade.
Torneio terminou. Portugal comemorou o título e a França o sucesso do evento.

Hoje o Mundo volta os olhos para o Brasil. Os jovens mais bem preparados da Raça Humana desfilarão seus sonhos, corpos perfeitos e chegarão ao limite para se tornarem os melhores, recebendo reverência de uma Sociedade, que se caracteriza em idolatrar vencedores.
No âmbito esportivo, evento único, mas com vocação para se tornar alvo de todos os tipos de ataques.
Mídia Mundial presente. Bilhões de dólares envolvidos. Mistura de Povos, Raças e Credos. Diante desse Turbilhão, espera-se nível máximo de segurança. Alemanha diminuiu. Brasil nem construiu.

Em entrevista na última semana, o responsável pela Segurança nos Jogos do Rio, chocou com suas declarações. Deixou claro ser impossível dar proteção especial à delegações com maior Risco de Ataques e evidenciou inexperiência brutal, detalhando os pontos fracos. Só faltou revelar as senhas de segurança.

Em entrevista na última semana, o responsável pela Segurança nos Jogos do Rio, chocou com suas declarações. Deixou claro ser impossível dar proteção especial à delegações com maior Risco de Ataques e evidenciou inexperiência brutal, detalhando os pontos fracos. Só faltou revelar as senhas de segurança.

Apontar Grupo de Risco, citando franceses, Americanos ou Alemães, ignora máxima conhecida em qualquer Equipe de Segurança em Guerra com Terrorismo:
Terrorista não privilegia Passaporte em ataques estratégicos e costuma agir aonde percebem maior fragilidade na Segurança.
Com todo respeito à Policia Federal Brasileira, não está em questão a capacidade e sim experiência. O Brasil historicamente é um País sem conflitos Internacionais, sem bagagem no combate a ataque externos.

Salta aos olhos a preocupação dos organizadores, em mostrar um País que não existe.
Envolvido em resolver suas questões internas, tenta maquiar realidade, jogar problemas pra de baixo do tapete e longe das Câmeras.
Preocupa-me a pretensa auto suficiência, a falta de humildade. O bom senso determina trabalho em conjunto. Buscar conhecimento. Importar mão de obra especializada. Criar Sistema de Interligação e troca de informações. Fiscalizar Fronteiras e criar redoma intransponível ao redor dos Atletas
A poucos dias do Evento, criminosos internos mostram quem manda. Corrupção Política dá as cartas. Discursos distorcidos, visando eleições de outubro, centralizam microfones. Policiais em greve, cobrando melhores condições de trabalho e população assustada, pedindo a Deus que pesadelo acabe, como começou.
O Brasil continuando a ser uma Piada pronta, País não levado sério e bem querido. Não o palco de uma tragédia sem precedentes. Resultado da intolerância humana e reforçada pelo amadorismo e falta de vergonha de nossas autoridades.
Olímpiadas podem passar sem nenhum incidente e Sofá di Pobre ficará com o “título de pessimista”
Deus permita. O futuro é incógnita, mas nesse caso, não pertence a Deus.
Quem definirá será o Estado Islâmico. Se resolverem atacar, o Brasil, como sempre faz, estará de Portas Abertas.

“May God protect our Country and our people. The Brazilian people do not deserve to live, to pay for the mistakes of our unprepared rulers.

(VIA SOFÁ DE POBRE) << ACESSE

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