06/07/2016

15:35

Por: Alberto Silva

Mulher morre após recebe sangue infectado durante transfusão – Entenda

Fizemos exames em mais 30 bolsas e todos deram negativo. É importante frisar isso para ficar claro que temos um procedimento padrão e que existe uma qualidade nesse sangue que é transfundido. Foi um caso que infelizmente nós lamentamos e todas as investigações estão sendo feitas, tanto no primeiro caso quanto no segundo”, destacou o responsável.


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Após uma receber transfusão de sangue infectado, uma mulher de 54 anos morreu e outra ficou em observação, no Espírito Santo.

De acordo com a explicação do que pode ter acontecido, segundo o diretor geral do Centro de Hemoterapia e Hematologia do Espírito Santo (Hemoes), Clio Venturin: “Nós identificamos durante uma transfusão, uma reação em uma paciente e imediatamente coletamos o sangue dela e o sangue da bolsa, o que é um procedimento padrão nosso, e por medidas de segurança, retiramos todas as bolsas do período de circulação. Fizemos exames em mais 30 bolsas e todos deram negativo. É importante frisar isso para ficar claro que temos um procedimento padrão e que existe uma qualidade nesse sangue que é transfundido. Foi um caso que infelizmente nós lamentamos e todas as investigações estão sendo feitas, tanto no primeiro caso quanto no segundo”, destacou o responsável.

 Venturin assegura, segundo o Folha Vitória, que o caso está sob investigação.

 “Os casos estão sendo investigado. Quando partimos do princípio de que foram feitas 60 mil transfusões em um ano e duas estão suspeitas de contaminação, temos uma prevalência de 0,003%. O que está sendo investigado ainda e o que pode ter acontecido nesses casos é que na assepsia  ou na doação ou na manipulação da bolsa na transfusão e um caso que chamamos de específico, que foi o primeiro, o risco do doador está passando por uma bacteremia que não apresentava sintomas”.

Conforme salienta o diretor geral, é fundamental que o doador conte tudo na triagem. “Nós fazemos o exame de acordo com a legislação que pede 1% das bolsas da produção que são feitas. Nós no Hemocentro fazemos exames de bactérias em 15%. Fazemos 15 vezes mais do que a legislação pede para garantir uma qualidade maior no sangue. Nesse caso não seria detectado porque infelizmente, o próprio doador não pode prever que ele está com isso uma vez que ele não te sintomas. É importante que o doador relate tudo na triagem clínica”, afirmou Clio, que completou garantindo que as bolsas foram retiradas de circulação.

(Via Agencia)

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