05/07/2016

13:48

Por: Alberto Silva

Mais uma bomba, ele resolveu abrir a boca, Irmão de Bruno diz que viu o momento que Eliza Samúdio foi morta

Já Polícia Civil de Minas Gerais, que investiga o homicídio de Eliza, disse que foi comunicada pela Civil do Rio sobre o depoimento do irmão do ex-goleiro do Flamengo

O irmão do goleiro Bruno, Rodrigo Fernandes, disse em depoimento à polícia do Piauí que estava presente no momento em que Eliza Samúdio foi assassinada. Ele também apontou o local onde os restos mortais das vítimas foram colocados. O depoimento, conforme destacou o jornal O Globo, foi colhido a pedido da Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) de Jacarepaguá, no Rio.

Entretanto, como informou o Extra, o delegado geral da Polícia Civil do Piauí não descarta que o irmão do goleiro tenha passado informações falsas.

“Particularmente, eu não vi o depoimento. Mas é necessário tomar muito cuidado em relação ao interesse dele em divulgar essa suposta localização. A gente precisa checar a fundo porque há a possibilidade da informação ser falsa”, disse Riedel Batista.

reso no Piauí sob acusação de estupro, o irmão do ex-goleiro Bruno, Rodrigo Fernandes, afirmou à Polícia Civil daquele Estado ter presenciado a morte e ocultação do cadáver de Eliza Samudio. Mãe de um filho de Bruno, a mulher desapareceu em 2010. Bruno foi condenado a 17 anos e meio de prisão pelos crimes, e o corpo de Eliza nunca foi encontrado. Além do goleiro, que está detido no presídio de Contagem (MG), outras sete pessoas foram presas pelos crimes contra Eliza.

Já Polícia Civil de Minas Gerais, que investiga o homicídio de Eliza, disse que foi comunicada pela Civil do Rio sobre o depoimento do irmão do ex-goleiro do Flamengo e que está à espera da documentação para definir quais procedimentos serão tomados.

Rodrigo Fernandes indicou que os restos mortais de Eliza Samúdio estariam em uma cidade que fica no interior de Minas Gerais. O irmão de Bruno está preso desde setembro de 2015, por suspeita de estupro.

Preso no Piauí sob acusação de estupro, o irmão do ex-goleiro Bruno, Rodrigo Fernandes, afirmou à Polícia Civil daquele Estado ter presenciado a morte e ocultação do cadáver de Eliza Samudio. Mãe de um filho de Bruno, a mulher desapareceu em 2010. Bruno foi condenado a 17 anos e meio de prisão pelos crimes, e o corpo de Eliza nunca foi encontrado. Além do goleiro, que está detido no presídio de Contagem (MG), outras sete pessoas foram presas pelos crimes contra Eliza.

O irmão do goleiro está preso desde setembro de 2015 no presídio do município de Altos (PI), acusado de estupro. Ele já havia sido detido outras vezes por acusações semelhantes e já respondeu ou ainda responde a seis acusações de estupro.

Em depoimento à Polícia Civil do Piauí, o irmão de Bruno afirmou que o corpo de Eliza foi ocultado em uma cidade de Minas, mas que só dará mais detalhes se for incluído em um programa de proteção de testemunhas. Ele também acusa mais duas pessoas de participar da morte de Eliza. O nome desses acusados ainda não foi divulgado.

Embora Bruno tenha sido julgado pela Justiça de Minas, porque o crime teria sido praticado em um sítio do ex-atleta naquele Estado, a Polícia Civil do Rio também investiga as agressões sofridas por Eliza. Isso porque, cerca de um ano antes de desaparecer, ela própria tinha denunciado agressões à Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam) de Jacarepaguá (zona oeste).

A Polícia Civil do Piauí informou a Deam sobre o teor do depoimento de Rodrigo Fernandes, e a delegacia está investigando o caso. Nesta segunda-feira, 4, a Deam emitiu nota sobre o caso: “Encontra-se em andamento uma investigação complementar para identificar dois indivíduos que teriam participado do sequestro e da tentativa de aborto sofridos por Eliza Samudio”.

Segundo a delegacia, o irmão de Bruno narrou à polícia do Piauí que estava no Rio de Janeiro na época do sequestro, mas não informou se teve alguma participação no crime. Ele disse também ter presenciado o homicídio de Eliza Samudio, ocorrido em Minas Gerais, e informou que prestará mais informações a respeito se for incluído em programa governamental de proteção à testemunha.

A Polícia Civil do Rio encaminhou o depoimento à Justiça de Minas Gerais, para eventuais providências. Com informações do Estadão Conteúdo.

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