17/06/2016

11:08

Por: Alberto Silva

Jovem de 21 anos morta em acidente combinou carona em rede social

Carro em que ela estava capotou em um trevo da SP-209, em Pardinho. Flávia Chemberg não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

A jovem de 21 anos que morreu após o carro em que ela estava capotar na SP-209 na quarta-feira (15), em Pardinho (SP), tinha combinado uma carona para São Paulo por meio das redes socais.

Flávia respondeu à mensagem de Marcela Rodrigues, que oferecia a viagem para São Paulo em um grupo de caronas no Facebook. Na mensagem, Marcela informava que iria à capital na quarta-feira, dia em que aconteceu o acidente, e oferecia uma carona por R$ 35. Após o acidente, internautas usaram a postagem para lamentar o ocorrido.

O veículo, com placas de Jaboticabal, ficou destruído após capotar na rodovia, que fica entre o trevo de acesso a Pardinho e a Rodovia Castello Branco.

A motorista foi socorrida e encaminhada para o Hospital das Clínicas de Botucatu, mas recebeu alta nesta quinta-feira (16). Já Flávia morreu no local. O corpo da jovem foi enterrado nesta tarde no cemitério Portal das Cruzes.

A motorista foi socorrida e encaminhada para o Hospital das Clínicas de Botucatu, mas recebeu alta nesta quinta-feira (16). Já Flávia morreu no local. O corpo da jovem foi enterrado nesta tarde no cemitério Portal das Cruzes.

Segundo informações da Polícia Rodoviária, a motorista perdeu o controle da direção e o veículo capotou, caindo em uma ribanceira.rede

As causas do acidente serão investigadas pela Polícia Civil. O G1 tentou contato com a motorista, mas ela não foi encontrada até a publicação da matéria.

Apesar de ser uma prática amplamente difundida e facilitada por meio de aplicativos de celular e redes sociais, a carona remunerada ainda é considerada ilegal pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). De acordo com a assessoria de comunicação do órgão, a oferta de carona em troca de um valor, independente da quantia, é classificada como transporte clandestino.

A ANTT estabelece que, para esse tipo de operação, é necessário que o transportador preencha uma série de requisitos legais e que tenha a devida autorização. O órgão ressalta, no entanto, que cada caso deve ser analisado isoladamente e que a carona solidária gratuita é uma prática legal que deve ser incentivada.

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