26/09/2016

14:06

Por: Alberto Silva

Caseiro confessa ter estuprado e estrangulado Rakelly no CE, diz polícia

Menina de oito anos ficou desaparecida por três dias. Corpo foi encontrado dentro de um poço no sábado (24), em Itaitinga.

Um caseiro confessou à polícia que estuprou e estrangulou a menina Rakelly Matias Alves, de 8 anos, encontrada morta no sábado (24), após três dias desaparecida. O homem trabalhava em um sítio vizinho à casa da garota e jogou o corpo em um poço da propriedade. Nesta segunda-feira (26), a delegada responsável pelo caso, Socorro Portela, titular da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), divulgou o teor do depoimento prestado no sábado pelo caseiro.

Segundo a delegada, a menina foi sufocada e abusada sexualmente pelo caseiro, de 33 anos. Portela também informou que ele a matou com objetivo de esconder o  estupro. Além disso, segundo a delegada, a criança gritou e pedir para o homem parar.

“Ele disse que matou para esconder, porque não tinha como esconder aquilo e aquele abuso. Ele falou que tinha amordaçado a criança. A criança gritou, mas ele falou que não foi muito alto. Ela pediu para ele parar, chorou e tentou sair daquela situação”, disse a delegada.

Segundo a delegada, a menina foi sufocada e abusada sexualmente pelo caseiro, de 33 anos. Portela também informou que ele a matou com objetivo de esconder o estupro. Além disso, segundo a delegada, a criança gritou e pediu para o homem parar.

O inquérito policial será concluído nos próximos 10 dias.  A polícia acredita que o mais provável é que o homem tenha agido sozinho, mas não descarta a participação de outras pessoas.  O caseiro foi autuado em flagrante e responderá por homicídio, estupro de vulnerável e ocultação de cadáver. Poderá ser condenado a até 43 anos de prisão.

Segundo a mãe da criança, a garçonete Patrícia Alves Pereira, 26, a última vez em que teve contato com a filha foi na quarta pela manhã, antes de sair para trabalhar. Horas depois, ficou sabendo do sumiço.

“Meu tio contou que pediu para Rakelly ir até uma mercearia comprar cigarros. Ela foi e voltou com vários bombons, depois avisou que iria na casa do vizinho. Quando minha mãe chegou em casa e foi procurá-la, o vizinho informou que ela não havia aparecido por lá. Aí começou nosso desespero”, afirma.

(Via Agencia)

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