06/04/2016

14:23

Por: Alberto Silva

Até o MAIOR criminoso da Politica Brasileira, procurado por diversos países, PAULO MALUF quer afastar de Dilma

Maluf deveria ser o último homem na Terra a criticar compra de votos, porque foi exatamente o que ele fez em 1985, na tentativa de derrotar Tancredo Neves na eleição indireta realizada no Congresso.

Paulo Maluf  que está atuante e na política, um dos piores bandidos condenado e procurado pela Interpol e Policia Francesa está se afastando de DILMA, onde rompe a base aliada do PP com PT. Até o bandido não quer Dilma … Quando o famoso deputado Paulo Maluf chega a vir à público para criticar a estratégia do Planalto e do PT, porque estão oferecendo dinheiro vivo na compra de votos, isso demonstra que a base aliada não existe mais e a derrocada é inevitável. Até as paredes da Interpol sabem que Maluf não tem escrúpulos e está apenas arranjando uma desculpa para justificar o abandono ao PT e a adesão ao PMDB. Ele se comprometeu a votar contra o impeachment, mas declarou ao jornalista Bernardo Mello Franco (Folha) que agora se sente “liberado” para mudar de ideia. E aproveitou para elogiar Michel Temer: “É um sujeito correto e decente. É um homem respeitado, um político nota 10”, enfatizou

A HISTÓRIA DE REPETE

Maluf deveria ser o último homem na Terra a criticar compra de votos, porque foi exatamente o que ele fez em 1985, na tentativa de derrotar Tancredo Neves na eleição indireta realizada no Congresso. Foi o que Fernando Collor fez em 1992, através de seu operador PC Farias, também infrutiferamente. Nas duas votações, muitos parlamentares que haviam recebido o dinheiro sujo acabaram mudando de ideia, devido à transmissão ao vivo e a cores.

Esta é uma prova de que o jornalista e filósofo alemão Karl Marx acertou em muita coisa, mas errou ao dizer que a História só se repete como farsa, uma de suas frases mais célebres, na obra “O 18 de Brumário de Louis Napoleon”, sobre a trajetória do sobrinho e herdeiro de Napoleão Bonaparte, que se tornou o primeiro presidente francês eleito por voto direto e depois virou ditador e foi corado rei, vejam que contradição.

Agora, a história de Maluf e Collor se repete novamente, desta vez com a presidente Dilma Rousseff, porque há deputados que serão comprados (em poucos dias, o cachê já subiu para R$ 2 milhões), mas haverá traição e o impeachment será aprovado.

HISTÓRIA MAL CONTADA

As notícias de política precisam sempre ser filtradas, porque são sujeitas a manipulação. Em Brasília, há abundância de jornalistas ligados ao PT ou simpatizantes do partido, que são usados para plantar informações na grande mídia e nos sites e blogues de noticiário político. Basta conferir o que está acontecendo em relação à compra de votos.

Divulgamos aqui na Tribuna da Internet, com absoluta exclusividade, que o governo e o PT estavam oferecendo R$ 1 milhão aos deputados que se dizem indecisos. Três dias depois, em O Globo, o colunista Ricardo Noblat confirmou nossa informação.

Para evitar o escândalo da compra de votos, os jornalistas ligados ao PT imediatamente foram acionados para fornecer uma contrainformação destinada a descaracterizar a denúncia. Surgiram, assim, as reportagens “plantadas” para indicar que o R$ 1 milhão oferecido seria o valor de emendas parlamentares a serem liberadas para construção de obras no reduto eleitoral de cada parlamentar.

VIROU UMA PIADA…

No entanto, a versão do Planalto não teve sustentação, porque também surgiu a informação de que se oferecia pagamento de R$ 400 mil a deputados que aceitassem simplesmente faltar à sessão em que será votado o impeachment. E acontece que não existe emenda parlamentar nem obra com esse pequeno valor. A informação logo virou piada.

O deputado Vítor Valim (PMDB-CE) subiu à tribuna e alertou o Departamento Médico da Câmara para um possível surto de virose  no dia da votação(prevista para a segunda semana de abril), que causaria o “desaparecimento” de parlamentares, para boicotar e impedir o impeachment. “Parece que uma grande bactéria vem aí”, ironizou o deputado cearense, causando gargalhadas no plenário.

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