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Pastor afirma ter estuprado criança de 10 anos e diz: “em nome da glória de Deus”

Crime ocorreu na cidade de Campo Grande (MS); acusado, que é tio-avô do menino, estava em liberdade condicional desde agosto do ano passado e foi autuado em flagrante pela polícia

Acusado de estuprar um menino de 10 anos em troca de um par de chinelos e de um videogame, um pastor de 52 anos confessou à polícia ter cometido o abuso sexual “em nome da glória de Deus”, o crime ocorreu em Campo Grande (MS). aqui

O pastor, que é tio-avô do menino, foi autuado em flagrante após exame de corpo de delito na criança, que detectou ferimentos e sinais de sangramento em seu ânus. De acordo com o delegado Reginaldo Salomão, o acusado não se mostrou arrependido pelo crime.

O pastor, cujo nome não foi divulgado, estava em liberdade condicional desde agosto do ano passado, quando foi solto após cumprir pena pelo estupro de outro menor de idade. Ele cumpriu a pena anterior em regime fechado e, se condenado mais uma vez, pode pegar de 8 a 15 anos de prisão.

O menino havia sido deixado pelos pais na casa da avó, já que eles não poderiam ficar com a criança durante o dia por terem de trabalhar. Um primo, que flagrou o irmão da avó no momento em que ele praticava o abuso sexual, fez a denúncia à polícia. Os agentes foram até a casa da família e autuaram o pastor em flagrante.

O menino havia sido deixado pelos pais na casa da avó, já que eles não poderiam ficar com a criança durante o dia por terem de trabalhar. Um primo, que flagrou o irmão da avó no momento em que ele praticava o abuso sexual, fez a denúncia à polícia. Os agentes foram até a casa da família e autuaram o pastor em flagrante.

O delegado conta que a avó do menino foi autorizada a acompanhar as investigações e o depoimento de seu irmão, mas, apesar de o pastor ter admitido o crime, ela não acreditou em suas palavras.

“Ele [o pastor] chegou a ajoelhar na frente dela, disse para a família orar por ele. Na verdade, é um dissimulado. Ele sabia bem o que estava fazendo. Planejou tudo”, afirma o delegado. “Quando está apenas com os policiais, ele conversa normalmente. Mas, na frente da família, utiliza esse subterfúgio de dissimulação e afirma que está sendo incompreendido.”

Apesar de ter admitido o estupro, o pastor preferiu não dar detalhes sobre o caso.

(Via Agencia)

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