18/05/2018

12:25

Por: Guilherme Silva

Policia Federal revela ato ‘estranho’ de Glesi Hoffmann!

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Policia Federal revela ato ‘estranho’ de Glesi Hoffmann!

Policia Federal revala ato aqui

 




Policia Federal revala ato

 

PF se debruça em relatório

Gleisi Hoffmann, pode se complicar, de modo dramático, a depender do prosseguimento das

investigações da Polícia Federal, em se tratando de um gigantesco esquema criminoso de

distribuição de propinas. Vale lembrar que a senadora paranaense é uma das principais vozes

 




 

defensoras do ex-presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva.

O ex-mandatário petista encontra-se preso na sala de Estado-Maior da Superintendência da Polícia

Federal, em Curitiba, no estado do Paraná, ao cumprir pensa estipulada em mais de doze anos de

prisão em regime fechado, por práticas criminosas de “colarinho branco”, no âmbito das

 




 

investigações da força-tarefa de trabalho da maior operação anticorrupção em toda a história

contemporânea do país, a Operação Lava Jato, da Polícia Federal.

Lula foi condenado pelo juiz Sérgio Moro, em primeira instância, por crimes de Corrupção passiva

e lavagem de dinheiro.

Conclusão de inquérito baseado em relatório sigiloso

 




 

De acordo com toda uma investigação profunda e de caráter sigiloso  já que agentes federais se

debruçaram em relação às apurações de um esquema criminoso e extremamente complexo, as

conclusões vieram à tona, a partir do papel-chave desempenhado pela presidente nacional do PT,

Gleisi Hoffmann. Nesse relatório da Polícia Federal constam as conclusões relacionadas a um

 




 

esquema de corrupção que se delineou no Ministério do Planejamento. O Ministério do

Planejamento, durante o período em que o esquema teria se passado, era comandando pelo

marido de Gleisi Hoffmann, Paulo Bernardo.

Tudo acabou sendo feito, de acordo com a atuação de uma empresa que teria sido contratada pelo

 




 

Ministério do Planejamento com o propósito de que fosse gerenciado o serviço de empréstimo

consignado de servidores públicos.

Entretanto, em troca desse serviço, se iniciou o repasse de propinas a diversos políticos. A

investigação em questão acabou sendo parte como desdobramento das apurações da Operação

 




 

Lava Jato. Como a senadora Gleiso Hoffmann possui prerrogativa de foro privilegiado, valeu-se

dessa medida para que pudesse ser investigada à parte, através do Supremo Tribunal Federal

(STF).

Segundo a Polícia Federal, por meio desse grande esquema criminoso desenvolvido no Ministério

do Planejamento, Gleisi teria sido beneficiada em cerca de R$ 1,3 milhão, que teriam sido pagos no

 




 

período que compreende os anos de 2010 e 2015. As investigações partiram de planilhas de

escritório, já que os recebimentos eram provenientes das empresas

Consist e TAM, o que acarretava o custeio das despesas de Gleisi, conforme a descrição no

registro sob a rubrica eleitoral “Gleisi”. Apesar do recebimento de cerca de R$ 300 mil oriundos

 




 

da TAM, não está constado qualquer prestação de serviço à companhia aérea, durante o período

eleitoral.

Assim que os investigadores tentaram ouvir a justificativa da empresa área para o repasse do

dinheiro à senadora petista, os mesmos não souberam explicar o ocorrido.

 




 

A conclusão das investigações da PF permitiram o entendimento de que Gleisi Hoffmann praticou

crime de corrupção. Vale, no entanto, lembrar que Gleisi Hoffmann já é ré no Supremo Tribunal

Federal (STF) em um outro processo, devido a repasses de mais de R$ 1 milhão, em caso de

corrupção relacionado a desvios de dinheiro público da Petrobras.

 




 

Entretanto, em troca desse serviço, se iniciou o repasse de propinas a diversos políticos. A

investigação em questão acabou sendo parte como desdobramento das apurações da Operação

Lava Jato. Como a senadora Gleiso Hoffmann possui prerrogativa de foro privilegiado, valeu-se

dessa medida para que pudesse ser investigada à parte, através do Supremo Tribunal Federal

 




 

(STF) .

Segundo a Polícia Federal, por meio desse grande esquema criminoso desenvolvido no Ministério

do Planejamento, Gleisi teria sido beneficiada em cerca de R$ 1,3 milhão, que teriam sido pagos no

período que compreende os anos de 2010 e 2015. As investigações partiram de planilhas de

escritório, já que os recebimentos eram provenientes das empresas Consist e TAM, o que

 




 

acarretava o custeio das despesas de Gleisi, conforme a descrição no registro sob a rubrica

eleitoral “Gleisi”. Apesar do recebimento de cerca de R$ 300 mil oriundos da TAM, não está

constado qualquer prestação de serviço à companhia aérea, durante o período eleitoral.

Assim que os investigadores tentaram ouvir a justificativa da empresa área para o repasse do

 




 

dinheiro à senadora petista, os mesmos não souberam explicar o ocorrido.

A conclusão das investigações da PF permitiram o entendimento de que Gleisi Hoffmann praticou

crime de corrupção. Vale, no entanto, lembrar que Gleisi Hoffmann já é ré no Supremo Tribunal

 




 

Federal (STF) em um outro processo, devido a repasses de mais de R$ 1 milhão, em caso de

corrupção relacionado a desvios de dinheiro público da Petrobras.

 




 

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