11/07/2017

10:36

Por: Caio Nobre

O medo do PSDB, se sair do governo tem que investigar Aécio Neves…

O medo do PSDB, se sair do governo tem que investigar Aécio Neves…

A frase “Pau que bate em Chico também bate em Francisco” está sendo escondida pela cúpula do PSDB

Se eles ficarem no governo e Michel Temer seja inocentado, Aécio Neves deixa de ser investigado.

Se sairem do governo automaticamente terão que punir O Senador Acusado de corrupção.

Uma reunião de 15 integrantes da cúpula do PSDB na noite desta segunda-feira (10) no Palácio dos Bandeirantes,

sede do governo de São Paulo, na Zona Sul da cidade, durou pouco mais de 4 horas, terminando no início da madrugada

desta terça (11). As lideranças discutiram a manutenção ou não de apoio ao governo de Michel Temer (PMDB) e também

a direção do partido na questão da denúncia por corrupção passiva contra o presidente.

Os caciques tucanos, porém, adiaram a definição sobre o desembarque do governo.

 

O medo do PSDB, se sair do governo tem que investigar Aécio Neves…

Nova reuniões devem ser marcadas para esta terça ou para quarta-feira (12).
O presidente interino do PSDB, senador Tasso Jereissati (CE), admitiu, ao deixar o local, que o partido

está desembarcando do governo Temer. “O que eu tenho dito não é consenso, mas o que eu estou observando é

que o partido por si mesmo está desembarcando independentemente do meu controle e da minha vontade”,

afirmou, ao deixar o Palácio dos Bandeirantes.
Ele antecipou também que o partido deverá fazer uma renovação total de seus quadros em agosto, durante convenção

para a eleição da Executiva.

O medo do PSDB, se sair do governo tem que investigar Aécio Neves…

A reunião acontece após o presidente ter sido denunciado pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pelo crime de

corrupção passiva, e o deputado Sérgio Zveiter (PMDB-RJ), relator da denúncia contra Temer na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça)

na Câmara, dar parecer favorável ao prosseguimento do caso.
O Palácio dos Bandeirantes é a residência oficial do governador de São Paulo e o encontro teria sido articulado por Geraldo Alckmin.

A assessoria do PSDB estadual disse que o evento não é institucional.

Tasso afirmou que o partido não definiu uma posição quanto à denúncia contra Temer na CCJ.

O líder da bancada na Câmara, deputado Ricardo Tripoli (SP), disse que, na CCJ, o partido deverá votar pela

admissibilidade da denúncia, com 5 votos a favor e 2 contrários. “Por maioria, deve votar pela admissibilidade.

A bancada deve votar por 5 a 2 pelo acolhimento da denúncia do procurador”, disse.

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