"> ?> O fim inevitável da vida "Vera Holtz" - Pensa Brasil - Em busca da notícia

08/08/2017

10:53

Por: Alberto Silva

O fim inevitável da vida “Vera Holtz”

O fim inevitável da vida “Vera Holtz”

Uma das atrizes mais respeitadas em Todo Brasil, Vera Holtz , fez uma grande revelação em sua entrevista

Ao alegar uma perda inestimável em sua vida.

Após cursar uma Escola de Arte Dramática (EAD) e Escola de Teatro da Uni-Rio, Além de outros cursos, Vera estreia

Profissionalmente em Rasga Coração, de Oduvaldo Vianna Filho, com direção de José Renato, em 1979. Dois anos após,

Integra o Grupo TAPA, ainda na fase carioca, com o qual realiza diversos espetáculos: “O Anel ea Rosa, de Thakaray”, 1981;

“Tempo Quente na Floresta Azul”, de Orígenes Lessa, em 1983, e “Caiu o Ministério”, de França Jr., em 1985,

Encenações de Eduardo Tolentino de Araújo.

O fim inevitável da vida “Vera Holtz”

“Perdi uma irmã faz três semanas e isso foi um baque muito grande. O falecimento da minha irmã

Teresa foi um alerta para pensar um pouco diferente na vida, ficar mais perto dos amigos, família .

Trabalhando também, sem duvidas, mas aproveitando um lado da vida que, às vezes, acabamos

Abrindo mão “, disse.

Em 1981, está em “Na Terra do Pau Brasil, Nem Tudo Caminha, Viu?”, Ao lado de Ary Fontoura, exercitando sua cara

De comediante. No ano seguinte, apresenta-se no vaudeville E Agora, Hermínia, de Maugnier, direção de Bibi Ferreira.

Nova oportunidade de comédia surge em 1983, com “O Dia em Que Alfredo Virou a Mão”, de João Bethencourt. Mesmo

Ano em que integra uma produção “Motivo Simples”, de Celina Sodré. Diretora com quem volta aos palcos, em 1984, em “Sem Sutiã,

Uma Revista Feminina “, também de Celina Sodré, em parceria com Fátima Valença.

O fim inevitável da vida “Vera Holtz”

E quando questionada sobre o medo do fim, ela disse: “É uma única verdade verdadeira. Desde que você nasce,

A vida é um grande tempo de espera. Já estou com 65 anos, não posso negar que estou no momento de espera

Um pouco mais tranquilo. Mas eu encaro a morte com naturalidade. Talvez por vir de uma família de pessoas que

Viveram muito, faleceram com idades avançadas. Conseguir o privilégio de entender de forma muito humana

Ciclo da vida, o tempo que como pessoas, que querem viver, e que não querem mais viver. Então eu realmente t

Enho uma relação tranquila com a  morte “.

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