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11/08/2017

15:35

Por: Danielle Pereira

Ministério Público cobra R$4 milhões de advogado e procurador presos nas delações da JBS

MP pede indenização de advogado e procurador presos nas delações da JBS.

Ministério Público cobra R$4 milhões de advogado e procurador presos nas delações da JBS

Nesta quinta-feira (10), o Ministério Público Federal entrou com uma ação na justiça contra o advogado Willer Tomaz de Souza e o procurador Ângelo Goulart Villela. De acordo com a ação movida pelo MPF, os dois devem R$4 milhões em indenizações por danos morais.

A acusação feita contra Ângelo e Willer é de que ambos teriam agido em conformidade para beneficiar o grupo J&F que controla a JBS. Além disso, eles tentaram atrapalhar investigações sobre eventuais irregularidade praticadas pela empresa.

"Os atos cometidos pelos dois apontam imoralidade qualificada por desrespeito entre a moralidade, impessoalidade, legalidade e eficiência",

Devido às provas apresentadas, o advogado e o procurador foram presos se tornaram réus na justiça de São Paulo.

As investigações realizadas pelo Ministério Público revelaram que Ângelo aproveitou do seu cargo para dificultar o inquérito aberto contra o grupo J&F. Ele ainda teria vendido informações sigilosas sobre o andamento dessas investigações.

Na época, Goulart ainda fazia parte da força-tarefa da Operação Greenfield.

Ministério Público cobra R$4 milhões de advogado e procurador presos nas delações da JBS

Willer Souza foi acusado de aliciar o procurador. Ele teria sido responsável por pagar R$50 mil à Ângelo em troca dos serviços dele. Ele também teria passado informações privilegiadas sobre a ação do MPF. A empresa do grupo JBS estaria sendo alvo da Operação em que o procurador era integrante.

A delação feita por executivos da JBS aponta que o advogado recebeu R$4 milhões para aliciar o procurador e obter as respostas sobre a investigação movida.

Além da indenização, o MP espera que Goulart perca seu cargo e que ambos sejam impedidos de firmar contratos com o poder público.

Na ação, advogado e procurador são acusados de cometerem crimes de corrupção, violação de sigilo e obstrução da justiça.

“Os atos cometidos pelos dois apontam imoralidade qualificada em desrespeito à moralidade, impessoalidade, legalidade e eficiência”, ressalta o Ministério Público.

 

 

 

 

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