23/03/2015

08:34

Por: Alberto Silva

[Minas] Álcool já chega às bombas em BH até R$ 0,20 mais barato

O etanol já está até R$ 0,20 mais barato nos postos de Belo Horizonte. A queda é consequência da redução de 19% para 14% da alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) sobre o combustível, que começou a valer na última quarta-feira. A expectativa é de uma redução generalizada do preço do combustível, acompanhada de nova alta no valor da gasolina, cujo ICMS subiu de 27% para 29%, o que faria o etanol voltar a ser competitivo depois de seis anos em Minas Gerais.


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Na última sexta-feira, a reportagem procurou 17 postos e seis deles já tinham reduzido o preço do etanol. Os outros esperavam a renovação do estoque para remarcar as bombas. No posto Brunata, bairro São Gabriel, o litro do etanol baixou R$ 0,20 e o resultado já aparece na demanda do consumidor. “Como o nosso preço de compra baixou um pouco pela redução do ICMS, naturalmente repassamos esse preço ao consumidor. Tem havido uma procura maior do álcool nos últimos dias e a tendência é essa preferência aumentar”, afirma o gerente do posto, Odinei dos Reis. Ele completa que, mesmo mais cara, a gasolina deve continuar sendo o combustível mais vendido.

Boa expectativa. A expectativa da Associação das Indústrias Sucroenergéticas de Minas Gerais (Siamig) é que o preço do litro do etanol caia, em média, R$ 0,12 com a redução do imposto. Já o litro da gasolina deve ficar mais caro R$ 0,07, em média, também em razão da alteração do ICMS. Com isso, o etanol deve voltar a ser competitivo, custando cerca de 67% do valor cobrado pela gasolina. O derivado de cana é mais vantajoso quando custa, no máximo, 70% do preço da gasolina, e isso não acontece com regularidade no Estado desde 2009.

“Todas as políticas púbicas que esperávamos para o etanol foram adotadas. Agora, esperamos que o preço final caia e o consumidor volte a procurar o etanol.”

Mário Campos, Presidente da Siamig

Entidades

Sem comentários. O Sindicato Nacional das Distribuidoras de Combustíveis (Sindicom) informou que não comenta os preços praticados pelas empresas. O Minaspetro, que representa os postos de combustíveis, não quis se manifestar.

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