13/05/2016

12:57

Por: Alberto Silva

Matéria G1 PR divulga que LULA foi preso…

Hackers montam páginas idênticas ao G1 para espalhar vírus na Web

Moro bloqueia R$ 5,35 milhões de ex-presidente preso hoje na Lava Jato
Luis Inacio Lula da Silva (PT-DF) foi preso nesta data na 29ª fase da operação.
Ainda foi determinado bloqueio de R$ 16 mi de empresas que ele é sócio.

  • A matéria começa assim, com as informações acima e roda com muita velocidade da web. Porém são Hackers querendo invadir sites de informações e noticias para destruir banco de dados.

Veja o teor da matéria:

Em nota, a OAS informa que "estão sendo prestados todos os esclarecimentos solicitados e dado acesso às informações e documentos requeridos pela Polícia Federal, em sua sede em São Paulo, na manhã desta terça-feira. A empresa reforça que está à inteira disposição das autoridades e vai continuar colaborando no que for necessário para as investigações".

O juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos processos da Lava Jato na primeira instância, determinou na manhã o bloqueio de R$ 5,35 milhões das contas e aplicações financeiras do ex-presidente Lula (PT-DF). Alvo da 29ª fase da Lava Jato, ele foi preso nesta manhã preventivamente, ou seja, por tempo indeterminado.

Além disso, foram determinados os bloqueios de igual valor da empresa Argelo & Argelo Ltda, da mesma quantia da Garantia Imóveis Ltda e ainda mais R$ 5,35 milhões da Solo – Investimentos e Participações Ltda. Todas estas empresas ficam em Brasília e têm o ex-presidente como sócio. O valor total de bloqueio nas três empresas é de R$ 16,05 milhões.

De acordo com o Ministério Público Federal (MPF), Gim Argello é suspeito de cobrar propina para evitar convocação de empresários a comissões parlamentares de inquérito em 2014 e 2015. Ele foi senador entre 2007 e 2015.

O MPF afirma que há evidências de que o ex-senador pediu R$ 5 milhões em propina para a UTC Engenharia e R$ 350 mil para a OAS – as duas empreiteiras são investigadas na Lava Jato. Os recursos foram enviados a partidos indicados por Gim – DEM, PR, PMN e PRTB – na forma de doações de campanha aparentemente legais.

O juiz também pediu o bloqueio de R$ 5,35 milhões de Paulo Cesar Roxo Ramos, assessor de Gim. Paulo Cesar Roxo Ramos foi preso temporariamente nesta nova etapa da operação. O prazo da prisão temporária é de cinco dias, podendo ser prorrogada pelo mesmo período ou convertida em preventiva, caso a Justiça considere necessário.

RESUMO DA 29ª FASE

Objetivo: investigar obstrução da CPI e da CPMI da Petrobras (2014 e 2015).
Mandados judiciais: 23, sendo 2 de prisão temporária, um de prisão preventiva, 15 de busca e apreensão e 5 de condução coercitiva.
Preso preventivamente: ex-senador Gim Argello (PTB-DF).
Presos temporariamente: Paulo Cesar Roxo Ramos, assessor de Gim, e Valério Neves Campos, secretário-geral da Câmara Legislativa do Distrito Federal.
Conduzidos coercitivamente: Jorge Argello Júnior, filho do ex-senador Argello, e os executivos da OAS Roberto Zardi Ferreira Jorge, Gustavo Nunes da Silva Rocha, Dilson de Cerqueira Paiva Filho e Marcos Paulo Ramalho.

Outro lado
O advogado do ex-senador Gim Argello, Marcelo Bessa, disse que ainda não teve acesso ao processo e que, por isso, não vai se pronunciar. Por meio de nota, a família do ex-senador manifestou indignação quanto à prisão dele: “Gim Argello, pessoa pública, vive em Brasília há mais de 50 anos, onde tem residência fixa e conhecida. Ao longo de toda a investigação, sempre colaborou com a Polícia Federal sem nunca se opor a prestar esclarecimentos ou informações. Sua prisão  baseada apenas em denúncias não confirmadas  é injustificada sob qualquer ótica”.

Em nota, a OAS informa que “estão sendo prestados todos os esclarecimentos solicitados e dado acesso às informações e documentos requeridos pela Polícia Federal, em sua sede em São Paulo, na manhã desta terça-feira. A empresa reforça que está à inteira disposição das autoridades e vai continuar colaborando no que for necessário para as investigações”.

Procurada pelo G1, a UTC Engenharia afirmou que “a empresa não comenta investigações em andamento”.

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