03/08/2017

20:38

Por: Caio Nobre

Marcha LGBT em Jerusalém teve 22 prisões decretadas

Marcha LGBT em Jerusalém teve algumas prisões.

Marcha LGBT em Jerusalém teve 22 prisões decretadas

Nesta quinta-feira (3), diversas pessoas saíram às ruas para comemorar o Orgulho LGBT em Jerusalém, Israel. Dessa vez, a marcha contou com um forte esquema de segurança para manter todos protegidos. Isso se deve ao fato de que em 2015, um judeu ortodoxo esfaqueou cerca de 6 participantes, matando uma adolescente.

Mesmo sob proteção, ainda assim 22 pessoas foram detidas pela polícia, uma delas portando uma faca. A notícia foi transmitida pelo jornal Haaretz.

Este ano, a marcha tinha como tema a religião no mundo LGBT.

Alguns soldados da polícia mantiveram a ordem do evento que ocorrido no centro de Jerusalém. Desde o começo da tarde local, os agentes não saíram dos seus postos nas ruas que foram incluídas na rota da marcha.

Segundo o site Ynet, o superintendente da polícia, Dacar Eshel, confirmou que seus agentes estiveram presentes para que a marcha percorresse seu caminho sem qualquer conflito ou obstáculo.

De acordo com Eshel: “Garantimos ainda mais segurança, pois alguns policiais tiveram conversas preventivas com suspeitos que queriam agir contra os manifestantes”.

Marcha LGBT em Jerusalém teve 22 prisões decretadas

Dentre os detidos estava um morador do centro do país, com 33 anos de idade. O mesmo postou em sua rede social ameaças contra os participantes da marcha. Sendo preso e levado aos tribunais, o indivíduo foi proibido de entrar em Jerusalém até no dia seguinte.

Os organizadores do evento distribuíram pulseiras aos simpatizantes que chegavam perto do Liberty Bell Park, local que marcava a partida da marcha. O objetivo do grupo era evitar que extremistas tivessem acesso aos manifestantes. Eles fizeram isso sob ameaças de pessoas que se colocavam contra o ato.

Este ano, a marcha tinha como tema a religião no mundo LGBT. Além disso, eles caminhavam em manifestações que ressaltam os direitos de adoção, em um ligar que não há separação entre a religião e o Estado, relatou um porta-voz da Casa Aberta (organizadora do evento) à agência Efe.

 

 

 

 

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