16/02/2017

11:29

Por: Madeira

Maduro, Presidente da Venezuela, diz á Trump: “Se nos agredirem, calados não vamos ficar”!

Nesta ultima quarta-feira (15), Nicolás Maduro, Presidente venezuelano, declarou ao Donald Trump que responderá com firmeza a qualquer agressão de seu governo contra o país. Maduro disse que não quer ter problemas com Trump, porém, ficará ao lado e lutará sempre á favor do povo venezuelano.

“Se nos agredirem, calados não vamos ficar. A Venezuela vai fazer barulho e vai fazer muito barulho (…) O imperialismo chegou a um nível de desprestígio jamais visto”, disse Maduro em um ato de governo, em sua primeira confrontação ao governo de Trump.

Segundo o site ‘O Globo’, o governo venezuelano protestou nesta terça-feira contra as sanções que El Aissami sofreu, exigindo desculpas públicas do governo americano. Ele é investigado pelas autoridades americanas há anos por suspeita de participação em tráfico de drogas e lavagem de dinheiro, acusações que ele nega. Aissami qualificou a punição de “agressão imperialista” e prometeu continuar no governo para recuperar a economia em crise do seu país. “A verdade é invencível e veremos como se desvanece esta infame agressão”, disse Aissami em sua conta do Twitter, após garantir que mantinha sua moral, convicção anti-imperialista e consciência chavista intactas. Na segunda-feira, as autoridades americanas anularam o visto do vice venezuelano, confiscaram suas propriedades nos Estados Unidos e o proibiram de realizar transações financeiras ou comerciais com instituições do país. As acusações vêm da época em Aissami ainda era ministro, a partir de investigações das promotorias de Miami e Nova York. Já o diário espanhol “ABC” escreveu, em 2015, que Aissami, de origem sírio-libanesa, se reuniu em 2013 com Ghazi Nasr al-Dine, terrorista do grupo radical Hezbollah.

Se nos agredirem, calados não vamos ficar. A Venezuela vai fazer barulho e vai fazer muito barulho (…) O imperialismo chegou a um nível de desprestígio jamais visto”.

— É uma agressão que a Venezuela responderá com equilíbrio e contundência — afirmou Maduro, acrescentando que pediu à Chancelaria que envie uma nota de protesto a Washington e exija que o governo americano “se retrate e peça desculpas públicas” ao vice presidente.

 

 

[Via Agência de Notícias, Isto É e O Globo.]

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