23/06/2016

08:34

Por: Alberto Silva

Limpeza na Sede do PT, busca na casa da Senadora Gleise e 11 mandados de prisão

Em São Bernardo do Campo na casa de LULA a Policia Federal fez diligencia e não encontrou o ex-presidente

O Tempo fechou, homens das operações especiais da Policia Federal deu o pulo do gato na manhã desta quinta feira.  A limpeza na sede do PT já está sendo feita e nenhum funcionário ou político compareceu ainda no local. A Policia ainda também não informou o que foi buscar lá.

Em São Bernardo do Campo na casa de LULA a Policia Federal fez diligencia e não encontrou o ex-presidente

O Jornalista do site 247 foi levado pela Policia federal em Brasília.

Batizada de Custo Brasil, a operação, chefiada pela Delecor de São Paulo (Delegacia de Repressão a Corrupção e Crimes Financeiros), mira em um esquema de pagamento de propina em contratos de prestação de serviços de informática do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, pasta que foi comandada por Paulo Bernardo.

Paulo Bernardo, ex-ministro dos governos Lula e Dilma, foi preso na manhã desta quinta-feira (23) em uma operação da Polícia Federal realizada após desdobramento da Lava Jato. A informação foi confirmada pela defesa do petista.

Ele foi detido em Brasília, no apartamento funcional da mulher, a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR). A casa dos dois, em Curitiba, também é alvo de buscas.

A prisão do petista, que deve ser levado à sede da PF em São Paulo, é temporária.

O ex-ministro Carlos Gabas, amigo pessoal da presidente afastada Dilma Rousseff, é alvo de condução coercitiva. A residência dele em Brasília ainda foi alvo de busca e apreensão.

Também são alvos de buscas a sede nacional do PT, em São Paulo, e a sede do partido em Brasília. Ao chegar à sede nacional, a polícia só encontrou porteiros, já que os funcionários chegam às 8h30.

Advogados já foram acionados pelo partido para tentar acompanhar a operação. Com a operação, o presidente nacional do partido, Rui Falcão, que já tinha embarcado para Brasília, decidiu voltar a São Paulo.

Batizada de Custo Brasil, a operação, chefiada pela Delecor de São Paulo (Delegacia de Repressão a Corrupção e Crimes Financeiros), mira em um esquema de pagamento de propina em contratos de prestação de serviços de informática do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, pasta que foi comandada por Paulo Bernardo.

As supostas fraudes teriam gerado subornos de aproximadamente R$ 100 milhões, entre os anos de 2010 e 2015.

LAVA JATO

Esta é a primeira operação da PF em São Paulo fruto de desdobramento da Operação Lava Jato.

O inquérito policial foi instaurado em dezembro de 2015, após o Supremo Tribunal Federal determinar que a documentação apreendida na 18ª fase da Operação Lava Jato, conhecida como Pixuleco 2, fosse encaminhada para investigação em São Paulo.

A operação está sendo chefiada pela Delecor de São Paulo (Delegacia de Repressão a Corrupção e Crimes Financeiros).

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