11/08/2015

13:56

Por: Alberto Silva

Eleições foram fraudadas só o STE não quer enxergar ou finge não querer ver. Petistas sabiam de resultados antes da apuração

Você verá aqui indícios de que os próprios petistas sabiam do resultado das eleições para Presidente antes mesmo da apuração final anunciada pelo Supremo Tribunal Eleitoral.

Isto foi o que o petista Luiz Eduardo Greenhalgh publicou em sua conta no Twitter e no Facebook na noite de domingo, 26 de outubro, durante a apuração do segundo turno das eleições presidenciais no Brasil:

 

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Repararam no horário de ambas as postagens? Isso mesmo: 19h26min. A essa hora, Greenhalgh tinha certeza de que Dilma estava reeleita.

E só para ter uma ideia do naipe do sujeito, para além da estupidez sobre o fascismo, veja um tuíte posterior daquela noite, no qual ele exalta petistas criminosos condenados pelo mensalão e divide com eles os méritos da vitória:

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Ainda mais cedo, às 18h59min, um ativista petista também soube do resultado eleitoral por uma fonte do Planalto:

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Dizia a matéria: “A presidente reeleita Dilma Rousseff (PT) só passou à frente de Aécio Neves (PSDB) durante a apuração dos votos no domingo (26) às 19h32, com 88,9% do total apurado.”

Como Greenhalgh podia ter certeza às 19h26min que Dilma estava reeleita, se ela só passou à frente de Aécio 6 minutos depois, às 19h32min? Como o Planalto podia saber o mesmo, de acordo com o post de Eduardo Guimarães, às 18h59min?

Na hora da corrupção, eles não sabem de nada, mas na hora da apuração, sabem tudinho.

E eu sei, sim, que não faltariam respostas a essas perguntas. Os petistas poderiam alegar que era torcida de Greenhalgh e Guimarães – o que definitivamente não foi o caso -; que a projeção indicava a vitória de Dilma, que ainda faltava a apuração em regiões onde ela tendia a ser mais votada e até que a equipe de Aécio estava recebendo as mesmas informações, de modo que restaria saber então se às 19h26min o PSDB também já sabia da derrota.

Mas como não desconfiar da lisura do TSE de Dias Toffoli, inclusive em matéria de contagem de votos, se ele não consegue impedir nem o vazamento do resultado – supostamente por whatsapp – antes da divulgação oficial [após 20 horas], como ficou claro até pelos tuítes precoces de alguns jornalistas?

Onde passa boi passa boiada, dizia o velho ditado. Uma auditoria transparente é o mínimo que Toffoli deve ao público diante de toda essa aparente bagunça.

Felipe Moura Brasil  VEJA

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