23/08/2015

22:09

Por: Alberto Silva

Desaprovação de Dilma já custou aos cofres públicos R$ 276,2 milhões com publicidade para tentar reerguer popularidade

Com a ampla desaprovação da população cada vez maior, beirando a 100%, o governo Dilma já gastou R$ 276,2 milhões com publicidade em 2015. Desde o ano passado, a Presidência da República ocupa o topo desse tipo de despesa na administração federal. No primeiro ano do segundo mandato da presidente Dilma Rousseff, os desembolsos em campanhas chegaram a R$ 75,2 milhões.

Haja impostos para pagar tudo isso.  A maior parcela dos gastos da Presidência foi destinada à publicidade institucional, que tem como meta a divulgação de informações sobre atos, obras e programas governamentais. Essa categoria da despesa somou R$ 70,3 milhões da verba utilizada pela Presidência. Já a publicidade de utilidade pública, que tem objetivo de informar e orientar a população para adotar comportamentos que tragam benefícios reais na melhoria da qualidade de vida, recebeu R$ 4,5 milhões dos cofres da Presidência.

Outros R$ 400,8 mil foram destinados à publicidade legal. Essa categoria da publicidade utilizada pelo governo federal é responsável pela publicação de avisos, balanços, relatórios e outros comunicados de órgãos e entidades da administração pública federal obrigados a divulgar por força de lei ou regulamento.

A EBC Serviços distribui aos veículos de comunicação a publicidade legal dos órgãos federais. As principais agências de publicidade que receberam por serviços de publicidade de utilidade pública e institucional da Presidência da República foram Nova/SB Comunicação Ltda, Leo Burnett Publicidade Ltda, Propeg Comunicação S/A e Link/Bagg Comunicação e Propaganda Ltda. Os gastos do órgão superaram Pastas com propostas importantes no setor, como o Ministério da Saúde, responsável por campanhas que promovem informação ao cidadão sobre os direitos de acesso aos serviços de saúde.

O Ministério da Saúde, que tradicionalmente ocupava a ponta das despesas com publicidade, desembolsou R$ 65,8 milhões neste ano. A publicidade de utilidade pública é responsável por R$ 54 milhões dos gastos, isto é, 83,3% do total. Já a publicidade legal da Pasta somou apenas R$ 10,6 milhões. A publicidade institucional levou R$ 414,8 mil dos cofres da saúde.

A cargo do Ministério da Saúde ficam, por exemplo, a campanha para hepatite B e C, e paralisia infantil, amamentação, alimentação saudável, doação de leite materno e de combate à dengue, prevenção às DST’s e aids, a tuberculose e a hanseníase, dentre outras.

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