02/05/2016

11:57

Por: Alberto Silva

Chegou Dilma, mesmo com todas as suas promessas, o dia do adeus chegou

Em discurso no palco da CUT (Central Única dos Trabalhadores), na capital paulista, a presidente disse que o vice-presidente poderá cortar vagas do Bolsa Família, que desvinculará benefícios previdenciários do reajuste do salário mínimo e que privatizará setores importantes da economia.

Dilma agora pode prometer o que quiser, a preocupação do Brasil e se salvar e não deixar no poder uma quadrilha implantada pelo PT. Os dias finais de Dilma Rousseff no planalto começa a ser contado. O aliado e provável assessor especial de Michel Temer em um eventual governo interino, Moreira Franco rebateu neste domingo (1º) as acusações da presidente Dilma Rousseff de que uma gestão do peemedebista acabaria com programas sociais e traria retrocessos em direitos trabalhistas.

Em mensagem nas redes sociais, Franco disse que a petista “insiste na manipulação e na propaganda enganosa”. Segundo ele, a proposta “Travessia Social”, programa de governo elaborado pelo vice-presidente, ressalta que o Bolsa Família seria mantido para todos e melhorado “para os 5% mais pobres”.

Ele também criticou o anúncio da petista de conceder um aumento médio de 9% no Bolsa Família, proposta que será publicada em decreto nesta semana e valerá a partir do mês que vem.

Em mensagem nas redes sociais, Franco disse que a petista "insiste na manipulação e na propaganda enganosa". Segundo ele, a proposta "Travessia Social", programa de governo elaborado pelo vice-presidente, ressalta que o Bolsa Família seria mantido para todos e melhorado "para os 5% mais pobres".

“O último aumento dado pelo governo federal foi em junho de 2014, véspera das eleições e sem considerar a inflação. E só agora anuncia um novo reajuste. O povo não é bobo!”, disse.
Em discurso no palco da CUT (Central Única dos Trabalhadores), na capital paulista, a presidente disse que o vice-presidente poderá cortar vagas do Bolsa Família, que desvinculará benefícios previdenciários do reajuste do salário mínimo e que privatizará setores importantes da economia.

Ela anunciou ainda uma proposta de correção de 5% na tabela do Imposto de Renda a partir do ano que vem.

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