15/06/2016

12:54

Por: Alberto Silva

Bailarina do Domingão do Faustão pede ajuda na internet para conhecer o pai

"Vivo com a sensação que meu pai pode estar me assistindo aos domingos sem saber que sou sua filha. Cresci com a curiosidade de desvendar essa história e poder um dia, quem sabe, descobrir quem é, ou foi, meu pai", diz Carol.

“Você frequentava o Espaço Cultural da 508 Sul em Brasília no ano de 1985?” É com essa pergunta que a bailarina do “Domingão do Faustão” Ana Carolina Oliveira começa a carta que escreveu em seu Facebook, pedindo ajuda para conhecer o seu pai. A jovem de 29 anos explica que ela é fruto de um breve romance que a mãe dela, Marta, teve com um baterista de uma banda de rock que tocava naquele ano e local.

“Ele se chamava Marco André, moreno dos olhos verdes, morava na Asa Sul e além de baterista era professor de matemática. Tinha um irmão mais velho chamado Ricardo que tocava contrabaixo nessa mesma banda. Eles viveram um romance do qual fui fruto, mas meu pai nunca soube de minha existência. A gravidez foi inesperada e os dois já haviam perdido contato quando minha mãe descobriu,” Carol descreve na carta.

Tia de Carol, Fabiana Costa tem ajudado a sobrinha nas buscas e conta que sempre a incentivou a procurá-lo, mas até o momento não tiveram nenhuma pista sobre o destino dele. “Muita gente fala que o conheceu, que lembra da época, mas diz que não tem mais contato. Está complicado, mas tenho certeza que vou encontrá-lo”, disse ao UOL. De acordo com Fabiana, a produção do “Domingão do Faustão” já se disponibilizou a ajudá-la e até já esteve em Brasília, mas não conseguiu descobrir nada.

"Ele se chamava Marco André, moreno dos olhos verdes, morava na Asa Sul e além de baterista era professor de matemática. Tinha um irmão mais velho chamado Ricardo que tocava contrabaixo nessa mesma banda".

“Vivo com a sensação que meu pai pode estar me assistindo aos domingos sem saber que sou sua filha. Cresci com a curiosidade de desvendar essa história e poder um dia, quem sabe, descobrir quem é, ou foi, meu pai”, diz Carol. A bailarina conclui o texto pedindo para quem viveu em Brasília na mesma época e que tenha alguma pista procurar pela tia Fabiana, e coloca os contatos.

(Via Agencia)

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