30/11/2016

10:37

Por: Alberto Silva

ATERRORIZANTE – Parasita que se alimenta de carne viva invadiu EUA e pode chegar ao Brasil, veja aqui…

Quando esta espécie amadurece, ela se parece muito com uma mosca comum, mas as suas larvas são especialmente perigosas.

A Flórida está em alerta máximo após o retorno de um parasita que come carne, responsável pela morte de mais de 100 veados desde julho.

O Cochliomyia hominivorax (popularmente conhecido como “mosca varejeira”) se tornou uma emergência local. As autoridades acreditavam que o parasita havia sido erradicado dos EUA há décadas atrás, e seu ressurgimento resultou em um estado agrícola de emergência em Monroe County, na Flórida.

Quando esta espécie amadurece, ela se parece muito com uma mosca comum, mas as suas larvas são especialmente perigosas. Elas infectam animais de sangue quente, escavando feridas abertas e alimentando-se de seus tecidos vivos. As pessoas também correm risco com o parasita, mas até o momento nenhum caso foi identificado neste surto.

Desde então, as autoridades têm mantido controle biológico pela técnica dos insetos estéreis, para evitar que o inseto volte a entrar nos Estados Unidos vindo da América do Sul e Central.

O parasita, que não tinha sido visto na Flórida nos últimos 50 anos, foi alvo de uma campanha de erradicação iniciada na década de 1930, mas só considerada bem sucedida em 1966.

Desde então, as autoridades têm mantido controle biológico pela técnica dos insetos estéreis, para evitar que o inseto volte a entrar nos Estados Unidos vindo da América do Sul e Central.

Este processo envolve a liberação em meio selvagem de moscas macho que são inférteis. Como as moscas fêmeas acasalam uma única vez na vida, elas não reproduzem caso acasalem com um macho infértil, o que garante a inexistência do inseto fora de áreas infestadas.

Apesar dos esforços locais para proteger o país, houveram relatos de ataques a veados selvagens na Flórida.

A espécie infestada, chamada de veado-chave, só existe na Flórida, e está ameaçada de extinção, com menos de mil remanescentes no Refúgio Nacional dos veados-chave, protegido pelo Serviço de Pesca e Vida Selvagem dos Estados Unidos.

(Via redação)

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