11/04/2015

20:52

Por: Alberto Silva

Grupos testam força nas ruas contra Dilma hoje – acompanhe tudo em tempo real AQUI !

Ações contra a corrupção e o governo devem acontecer em pelo menos 400 cidades do país, os protestos tem hora marcada a partir das 10:00 da manha de hoje.

Dezenas de grupos e a Mídia nacional e internacional aguardam hoje protestos em todo o país, nos moldes dos que aconteceram no último dia 15 de março em centenas de cidades. A expectativa dos organizadores é reunir multidões em mais de 400 cidades, como ocorreu no primeiro encontro. No entanto, nas redes sociais, a mobilização parece menor nesta segunda etapa.

 Em Belo Horizonte, a maior parte dos manifestantes vai se concentrar na praça da Liberdade, em frente ao Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB). Um pequeno grupo, no entanto, preferiu se reunir na rua Espírito Santo, em frente ao Minas Tênis.
Em São Paulo no MASP na Avenida Paulista
No Rio de Janeiro no Calçadão.

Ontem uma reunião entre diversos grupos que participam da atividade definiu detalhes da concentração, que começa às 10h. Os manifestantes devem dar várias voltas na nas ruas de principais acessos das cidades

No dia 15 de março, mais de 1 milhão de pessoas tomaram conta das ruas do Brasil, o que transformou o ato em um marco na manifestação contra a corrupção no Brasil. Agora, a expectativa é receber novamente um grande público.

“Algumas pessoas que foram ao primeiro evento não vão comparecer, pois acham que já cumpriram o objetivo. No entanto, há pessoas que estavam temerosas quanto à segurança e não foram ao primeiro protesto e que agora podem ir, por isso estamos otimistas”, explica Elisa Santana, que integra do grupo Vergonha, um dos que organizam os protestos.

Segundo ela, cada grupo tem suas próprias reivindicações mas, no caso do Vergonha, não há pedido de impeachment ou vinculação partidária. Segundo ela, o objetivo é apenas mostrar insatisfação e pressionar para que as coisas melhorem.

O senador Aécio Neves (PSDB) está na capital e pode participar do evento. Ele afirmou na última sexta-feira que ainda iria refletir sobre o assunto por considerar que o protesto é do povo brasileiro e não de partidos.

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