15/09/2015

12:02

Por: Alberto Silva

A crise está tão feia que até ex-ministro de Dilma quer seu Impeachment

Fernando Bezerra Coelho, senador pelo PSB pernambucano. Ele foi ministro da Integração Nacional entre 2011 e 2013. Até ele já declarou apoio ao pedido de Impeachment de Dilma, ele tem dito a interlocutores que toparia o impeachment da ex-chefe.

Com reaproximação do governo federal, como sugerem os rumores, o senador Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE) voltou a se manifestar a favor impeachment da presidente Dilma Rousseff. Em pronunciamento, na tribuna do Senado, ele aproveitou também para alertar o governo quanto à necessidade de dialogar, para que o país possa fazer os ajustes necessários e retomar o caminho do crescimento.

O senador pernambucano avaliou que a abertura de um processo de impedimento mergulharia o Brasil num cenário de incertezas, que traria prejuízos à economia nacional. “Equivaleria a navegar na imprevisibilidade. A recuperação econômica que se pretende ficaria inviabilizada diante da paralisia das instituições“, ponderou.

FBC lembrou também que após o término das eleições de 2014, o PSB publicou uma carta assumindo uma postura de independência da gestão de Dilma. Isso não quer dizer, no entanto, que o respeito às instituições democráticas e aos processos eleitorais deva ser ‘atropelado’.

Lideranças nacionais as mais sensatas, como o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, José Serra, Tasso Jereissati e Geraldo Alckmin manifestaram opinião do impeachment no entendimento de que esse recurso extremo carece de sustentação (…) O Brasil, sétima maior economia do mundo, consolidou seu patrimônio democrático, é um dos principais líderes entre as nações emergentes e cada vez tem sido mais presente nas relações diplomáticas internacionais e multilaterais (…) Superação de Turbulências, sim, com estabilidade institucional. Ruptura da governabilidade, não!“, destacou o senador.

Mas ele ressaltou que o governo precisa adotar uma postura de austeridade diante das próprias contas, reduzindo custos, abrindo os caminhos do diálogo e praticando a “boa governança”

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