12/01/2016

23:50

Por: Alberto Silva

Um caminho sem volta: No futuro não haverá empregos

Desde a invenção dos robôs, a humanidade sempre viveu com o mesmo medo: os empregos vão acabar. E esse medo, que parece ser algo futurístico, está se tornando cada vez mais real.

Há mais de um século atrás, as pessoas trabalhavam mais de 60 horas por semana e hoje essa taxa mal chega as 34 horas em média. O número de empregados diminui e, a cada nova crise, o número de empregados anteriores nunca retorna totalmente.

Nós caminhamos a passos largos para um futuro onde os empregados serão apenas aqueles que fazem atividades complexas e que necessitam de grande conhecimento e criatividade. Atualmente, os veículos que usamos são praticamente construídos apenas por robôs, que são mais confiáveis, não faltam trabalho e erram menos. O mesmo processo deve atingir outros ramos, como construção civil, metalurgia em geral e até mesmo robôs para limpar sua casa. Os avanços na área digital também diminuem o número de empregos, automatizando tarefas que antes eram feitas por diversas pessoas.

No futuro, praticamente todo trabalho braçal industrial vai sumir e as pessoas vão trabalhar cada vez mais com a cabeça. Meia dúzia de engenheiros com alguns computadores serão capazes de tocarem fábricas com centenas de robôs, que substituirão a mão de obra de milhares. E com isso, a atual tendência de diminuição de tempo e de trabalho deve continuar.

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