01/06/2016

13:37

Por: Alberto Silva

Temer nomeia secretária investigada por desvio de verba no Min. Turismo

A ex-deputada, presidente do núcleo feminino do PMDB, foi escolhida pelo presidente em exercício, Michel Temer, após sugestão da bancada feminina da Câmara.

Da série: ‘metendo os pés pelas mãos’.
Gostem ou não, não interessa quem esteja no poder, as mazelas e as mutretas serão expostas e repercutidas aqui. Não temos políticos de estimação e não endeusamos os cabeças de bagres. A verdade precisa ser dita, doa a quem doer. Ponto.

CONVERVADORA, MENOS PARA AS MUTRETAS…
Secretária de Políticas para as Mulheres nomeada por Temer se diz conservadora mas desviou dinheiro do Ministério do Turismo para um igreja evangélica no Amapá. O dinheiro foi para um pastor que se dizia ‘turismólogo’, mas serviu também para abastecer a campanha de Fátima a deputada. Ela não se elegeu.
***A ex-deputada federal Fátima Pelaes (PMDB-AP) é evangélica e não concorda com a descriminalização do aborto. Ela já se manifestou contra o procedimento inclusive em casos de estupro, o que é permitido por lei no Brasil desde 1984.

NÚCELO FEMININO DO PMDB
A ex-deputada, presidente do núcleo feminino do PMDB, foi escolhida pelo presidente em exercício, Michel Temer, após sugestão da bancada feminina da Câmara.
Na gestão de Dilma Rousseff, a secretaria tinha status de ministério, mas atualmente está subordinada ao Ministério da Justiça e Cidadania. Derrotada nas eleições de 2014, Fátima Pelaes ficou até abril deste ano no cargo de diretora administrativa da Sudam (Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia), sendo exonerada por Dilma depois que o PMDB rompeu com o governo.

Secretária de Políticas para as Mulheres nomeada por Temer se diz conservadora mas desviou dinheiro do Ministério do Turismo para um igreja evangélica no Amapá. O dinheiro foi para um pastor que se dizia 'turismólogo', mas serviu também para abastecer a campanha de Fátima a deputada. Ela não se elegeu. A ex-deputada federal Fátima Pelaes (PMDB-AP) é evangélica e não concorda com a descriminalização do aborto. Ela já se manifestou contra o procedimento inclusive em casos de estupro, o que é permitido por lei no Brasil desde 1984.

DINHEIRO DESVIADO
Fátima Pelaes também esteve envolvida em um escândalo sobre desvios de dinheiro público do Ministério do Turismo, em 2011.
Em depoimento à Polícia Federal, uma sócia da Conectur – empresa fantasma que, na verdade, funcionava em uma igreja evangélica – disse que a então deputada teria embolsado recursos de emendas para financiar sua campanha à reeleição.
Ela nega.
Ela ainda não foi oficialmente nomeada, mas participou nesta terça de seu primeiro evento na gestão Temer. Ela dividiu a mesa com o presidente em exercício e com o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, em uma reunião com os secretários de segurança dos Estados e do DF para definir reforços nas medidas de combate à violência doméstica.

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