23/05/2016

15:12

Por: Alberto Silva

Sérgio Moro pega pensado e avisa: “vocês (governo) não podem interferir nas investigações, isso é obrigação” veja aqui ..

11:55 – A delação premiada não é uma tortura, é um alívio, disse o jornalista.

11:52 – “Eu penso numa reforma política que reduza o populismo e que nos permita avançar para outros campos, em que o debate seja mais tranquilo e mais frutífero.”

11:50 – “Quando se fala em reduzir despesas no Brasil é sempre em meio a uma situação difícil. É uma tradição dizer que não vai aumentar os impostos e acabar aumentando. Espero que essa tradição não se repita nesse novo governo, afirmou Gabeira.

Na Lava Jato, muitos se apressaram em fazer acordos de delação para não ter o mesmo fim daqueles do mensalão.

11:45 – De acordo com o jornalista, depois do processo de impeachment, o parlamentarismo pode começar a ser discutido.

11:40 – O jornalista Fernando Gabeira sobe ao palco.

11h38 – Mesa de debates é encerrada.

11h32 – É preciso melhorar a qualidade do debate público, diz Barroso.

11h24 – O sistema político brasileiro reprime o bem e potencializa o mal. É um filme de terror, diz Barroso. É preciso diagnosticar o que causa isso. A classe política opera de maneira descolada da sociedade civil.

11h23 – Não há como responder a isso, diz Moro. Existe um devido processo legal a ser observado. O juiz não segue a opinião pública

11h22 – Lula vai ser preso? Questiona Petry

11h19 – Moro cobra do governo postura mais propositiva no combate à corrupção. Não interferir é obrigação, afirma. Não é só uma questão de Justiça. É preciso reformar as instituições.

11h18 – É preciso que a política brasileira aceite a condenação ‘dos nossos’, diz Barroso

11h15 – A corrupção sistêmica tem um custo enorme para o país, diz Moro.

11h13 – Barroso relembra julgamento e afirma que não há corrupção partidária ou ‘do bem’, que é um mal em si e não deve ser tolerada. O julgamento foi de fato um ponto fora da curva, mas no sentido positivo. O mensalão está ajudando a mudar a curva.
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11h12 – É preciso que o repúdio institucional à corrupção sistêmica se mantenha. O cálculo partidário tem que ser afastado de qualquer consideração, diz Moro. O juiz decide com base nos fatos e nas provas, prossegue.

11h11 – É preciso reconhecer o mérito de como o STF tem tratado essas questões, diz Moro.
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11h10 – Barroso, sobre áudios de Jucá: Não posso comentar casos específicos, mas não acredito que haja possibilidade de influenciar ministros do STF.
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11h09 – Barroso: Se punir corruptos fosse a regra, Moro e Joaquim Barbosa não seriam hoje heróis nacionais

11h08 – “A Lava Jato não é seriado”, diz Moro sobre críticas de que a Lava Jato arrefeceu pós-impeachement

11h00 – Diretor de redação de VEJA André Petry conduz a mesa de debates.

10h59 – Moro ovacionado de pé pelos presentes ao Fórum VEJA

10h58 – Este é o grande legado dessa mudança de patamar, um novo paradigma de decência, a valorização dos bons.

10h56 – “Estamos dando objetividade à reação contra a corrupção. Corrupção é um mal em si – não é exclusividade de um governo. A mudança que estamos procurando produzir é a valorização dos bons no lugar da valorização dos espertos.”

10h53 – É preciso acabar ou reduzir drasticamente o foro privilegiado, ou reservá-lo apenas para um número muito pequeno de autoridades. Primeiro por uma razão: é algo não republicano. Segundo: o STF não está equipado nem é o foro adequado para fazer esse tipo de juízos de primeiro grau. Terceiro: o foro por prerrogativa de função leva à impunidade. Ele permite a manipulação da jurisdição, afirma Barroso.

10h51 – Na Lava Jato, muitos se apressaram em fazer acordos de delação para não ter o mesmo fim daqueles do mensalão.

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