24/12/2015

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Por: Alberto Silva

Saiba tudo! sobre o tratamento de estrias com ácido hialurônico

Estrias são o terror de muita gente, principalmente das mulheres que são alvo mais frequente das marquinhas.

Existem diversos tratamentos para estrias capazes de diminuir consideravelmente esse problema. E um deles é o que utiliza o ácido hialurônico. As estrias são cicatrizes causadas pelo estiramento da pele, fazendo romper o colágeno e a elastina. O crescimento acelerado da adolescência, que concentra 60% dos casos, o efeito sanfona (engordar e emagrecer em curtos espaços de tempo) e as mudanças hormonais ocorridas durante a gravidez feminina podem facilitar o surgimento do problema.

“Por ser a ruptura de fibras da pele, a estria é considerada uma atrofia, e o tratamento busca estimular o corpo a produzir o colágeno necessário à elasticidade normal da pele”, afirma a dermatologista Carolina Marçon da clínica Denise Steiner. Assim, a injeção de ácido hialurônico preenche a região estriada e dá sustentação à pele, diminuindo a visibilidade das marquinhas.

O nosso organismo produz esse tal ácido e, graças a isso, o efeito do tratamento acaba sendo temporário. “O ácido hialurônico é absorvido pelo organismo à medida que o tempo passa. É ideal para quem quer um resultado rápido, para pegar praia depois, por exemplo”, afirma Carolina. Diferentemente de outros procedimentos, esse não limita a exposição ao sol por parte da paciente, que pode ir à praia pouco tempo depois de ter feito o tratamento.

Apesar de não mudar a coloração das estrias, que são brancas em sua fase final, a aparência melhora em, no mínimo, 50% nas mais fundinhas com apenas uma aplicação. A dermatologista explica os resultados: “Quanto mais funda, maior o resultado, pois o ácido age mais eficientemente nas marcas desse tipo e elas respondem mais rápido ao tratamento”.

 A duração das sessões depende muito da quantidade de estrias de cada paciente, mas variam em torno de uma hora. O processo é feito com uma agulha que faz furinhos ao longo da estria e injeta o ácido na derme, a camada intermediária da pele, fazendo com que o espaço seja preenchido pela substância. Um anestésico diminui a sensibilidade na área a ser tratada e, por isso, quase não se sente as agulhadas e a dor é considerada suportável.

É importante sempre consultar um especialista previamente que dirá qual o método mais adequado ao caso de cada mulher. Como tratamentos para estrias existem aos montes, não se deve arriscar fazer um procedimento que não surtirá os efeitos desejados e, ao invés de melhorar, deixará ainda mais visíveis as cicatrizes.

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