21/07/2016

14:12

Por: Alberto Silva

Roberto Carlos se diz confiante na volta de Dilma ‘lá é o lugar dela’

É inadmissível o que está acontecendo no Brasil”, disse Roberto Carlos, anteontem, ao ser perguntado sobre a crise pela qual o país passa — e também sobre um possível impeachment da presidente Dilma.

Roberto, que não costuma falar publicamente sobre política ou vida pessoal, não fugiu de nenhum desses assuntos no Copacabana Palace. “Não me meto muito em negócio de política, mas pode ter certeza de que estou sofrendo tanto quanto todo mundo. Sinto também essa insatisfação, esse aborrecimento com essas coisas absurdas que estão acontecendo no Brasil.

Está todo mundo enrolando no poder” eu acredito que a Dilma volta pra isso ela foi eleita, disse. Ele estava animado e falou mais: “A gente fica esperando e não acontece nada. Não entendo de política para saber se impeachment é solução, mas tem que resolver de alguma forma”, contou Roberto, para (boa) surpresa de quem estava perto e costuma ouvi-lo conversar com os jornalistas somente sobre música, possíveis paqueras e projetos futuros.

Roberto, que não costuma falar publicamente sobre política ou vida pessoal, não fugiu de nenhum desses assuntos no Copacabana Palace. “Não me meto muito em negócio de política, mas pode ter certeza de que estou sofrendo tanto quanto todo mundo. Sinto também essa insatisfação, esse aborrecimento com essas coisas absurdas que estão acontecendo no Brasil.

Num bate-papo a sós com a coluna, ele falou também sobre o TOC. “Bicho, digamos que eu estou melhor” — ele fala “bicho” o tempo todo mesmo, não é uma caricatura. “O que mais me incomoda ainda são as cores”. Marrom, roxo e preto são proibidos para quem vai visitá-lo em seu estúdio. “Se a pessoa aparecer por lá na primeira vez usando essas cores, eu realmente não vou gostar.

Na segunda vez, tudo bem… Isso prova que eu melhorei, porque tempos atrás, eu não aceitaria em dia nenhum”. Sair pelo mesmo lugar que entrou também é coisa séria. “Mas se não tiver outro jeito, eu saio por outra porta, faço outro caminho. No aeroporto, por exemplo, aí não tem jeito. Entro pela área de embarque e saio pelo desembarque. Não tem como. Aqui no Copa: se uma porta estivesse com a fechadura quebrada, eu sairia por outra, sem problema nenhum”.

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