19/05/2016

01:01

Por: Alberto Silva

Pronunciamento de TEMER vai mostrar o Brasil o quanto LULA, DILMA e PT roubou

Segundo assessores, a fala pode ser um pronunciamento ou uma entrevista à imprensa

O presidente interino Michel Temer programa um pronunciamento à nação para “contar” à população a real situação do governo que encontrou ao assumir a Presidência da República. O formato ainda não está definido, mas o peemedebista quer mostrar, por exemplo, que o rombo das contas públicas deixado pela presidente afastada Dilma Rousseff é muito pior do que o previsto inicialmente.

Segundo assessores, a fala pode ser um pronunciamento ou uma entrevista à imprensa, na qual Temer pretende falar não só de questões econômicas mas também de outras áreas, como a social, com alguns programas sem recursos necessários para pagar despesas.

O tema foi discutido nesta manhã de quarta-feira (18) em reunião com senadores aliados. Durante a conversa, Temer ponderou que sua fala deve ocorrer depois de receber todo levantamento de dados de sua equipe econômica sobre a situação fiscal do país.

A equipe da presidente afastada deixou uma previsão de deficit de R$ 96,7 bilhões em 2016, mas este número já está defasado. Nos primeiros cálculos recebidos pela equipe de Romero Jucá (Planejamento) e Henrique Meirelles (Fazenda), o rombo poderia superar R$ 120 bilhões.

Em alguns cenários, o rombo das contas públicas levantado pela nova equipe econômica pode superar R$ 150 bilhões. O número exato será levado ao presidente interino entre quinta (19) e sexta-feira (20), quando o novo governo vai definir sua previsão de deficit para este ano.

A equipe da presidente afastada deixou uma previsão de deficit de R$ 96,7 bilhões em 2016, mas este número já está defasado. Nos primeiros cálculos recebidos pela equipe de Romero Jucá (Planejamento) e Henrique Meirelles (Fazenda), o rombo poderia superar R$ 120 bilhões.

Agora, diante de novos problemas fiscais, como a necessidade de capitalizar a Eletrobras, a equipe de Temer avalia que o deficit deve ser muito pior do que o previsto. Um assessor não descarta a possibilidade de ele atingir mais de R$ 160 bilhões na hipótese de o governo não conseguir aprovar uma nova fonte de receita ainda neste ano, como a recriação da CPMF.

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