30/08/2016

13:08

Por: Alberto Silva

O legado de Dilma e do PT – 11 milhões de desempregados, pais de famílias passando fome, veja …

Em um ano, País registrou 3,2 milhões de demissões. Renda real de empregado é de R$ 1.985

O Brasil ganhou 200 mil desempregados na passagem de junho para julho e atingiu 11,8 milhões de desempregados, de acordo com a Pnad (Pesquisa Nacional por amostra de Domicílio), divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta terça-feira (30).

O número representa 11,6% da população brasileira, com 14 anos ou mais, em condições de trabalhar. Em um ano, o País ampliou o número de desempregados em 3,2 milhões.

Grande parte desse contingente é representado por mais pessoas que ingressaram no mercado de trabalho recentemente.

Já no setor público, sem considerar militares, há 11,2 milhões de pessoas empregadas. Os brasileiros que trabalham por conta própria são 22,6 milhões de pessoas. Há ainda 3,8 milhões de empregadores no País.

Por outro lado, a população ocupada permaneceu estável em julho. Havia 90,5 milhões de brasileiros com trabalho em julho — contra 90,8 milhões registrados em junho.

Quando se compara a população ocupada atual de julho com a de 2015, porém, nota-se o recuo de 1,7 milhão na quantidade de ocupados — havia 92,2 milhões de pessoas trabalhando no mesmo período do ano passado.

De acordo com o IBGE, a quantidade de empregados com carteira assinada é de 34,3 milhões — praticamente estável em relação às últimas pesquisas. Porém, frente ao mesmo período da pesquisa de 2015, houve queda de 3,9% — uma perda de 1,4 milhão de pessoas com carteira assinada.

Os empregados do setor privado sem carteira assinada são 10,1 milhões de pessoas, enquanto os trabalhadores domésticos somam 6,2 milhões no País.

Já no setor público, sem considerar militares, há 11,2 milhões de pessoas empregadas. Os brasileiros que trabalham por conta própria são 22,6 milhões de pessoas. Há ainda 3,8 milhões de empregadores no País.

Seu bolso

O rendimento médio real do brasileiro é de R$ 1.985, considerando todas as áreas de atividade. O valor é praticamente o mesmo registrado em abril deste ano (R$ 1.997), mas levemente abaixo do registrado no mesmo trimestre de 2015 (R$ 2.048).

No setor privado, com carteira assinada, o trabalhador ganha, em média, R$ 1.899 de salário real. Já sem carteira, essa média recua para R$ 1.205 no setor privado.

O trabalhador doméstico recebe, em média, R$ 805 no País. Quem trabalha por conta própria consegue, em média, R$ 1.506 de salário real.

O melhor rendimento médio real é dos empregadores, com R$ 4.939. Os servidores públicos, desconsiderando militares, não ficam muito atrás: R$ 3.159 em média.

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