04/07/2016

19:42

Por: Alberto Silva

Mulher se passa por deficiente para fraudar INSS

“Constatamos ela trabalhando no comércio efetivamente, junto com o marido, sem demonstrar nenhum tipo de aparente limitação física que pudesse justificar o uso de cadeira de rodas”, disse o delegado da Polícia Federal Antônio Carlos Knoll.


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A Polícia Federal prendeu uma mulher em Campo Grande que tentou fraudar a Previdência Social no começo da semana. Ela pediu um benefício alegando que não conseguia andar.  Segundo reportagem do “Jornal Nacional”, a mulher na cadeira de rodas segue por uma calçada. Quando chega perto do carro se levanta tranquilamente.

Ela é Jéssica Freitas do Carmo de 24 anos, que tinha acabado de sair de uma agência do INSS para dar entrada a um pedido de auxílio para pessoas incapacitadas para o trabalho.

Para conseguir o benefício, a pessoa precisa ir pessoalmente ao INSS. Para convencer a Previdência de que era paraplégica, a mulher foi a uma loja de materiais ortopédicos e alugou uma cadeira de rodas. Deixou um cheque caução de R$ 1.900. E foi direto para a perícia.

Só que a Polícia Federal estava seguindo os passos dela. “Constatamos ela trabalhando no comércio efetivamente, junto com o marido, sem demonstrar nenhum tipo de aparente limitação física que pudesse justificar o uso de cadeira de rodas”, disse o delegado da Polícia Federal Antônio Carlos Knoll.

A investigação começou depois que uma mulher, que não quis mostrar o rosto, enviou um vídeo para o INSS, e contou que ouviu uma advogada ensinando Jéssica a enganar a perícia. “A mulher tava orientando ela, que se o médico pedisse para ela levantar, era pra ela dizer que não conseguia, que ela tinha dificuldade pra levantar”.

Jéssica tentou receber um benefício de um salário mínimo, hoje de R$ 880, por mês, até o fim da vida. Ela vai responder ao processo por estelionato previdenciário. A pena pode chegar a cinco anos de prisão. “Se uma pessoa obtém um benefício de uma forma fraudulenta, o lesado é o trabalhador que trabalha, que contribui para o cofre da Previdência Social”, diz Edna Nunes Gonçalves, chefe de Cadastro do INSS.

Jéssica Freitas pagou fiança e responde ao processo em liberdade. O “Jornal Nacional” não conseguiu contato com ela. A Polícia Federal não divulgou o nome da advogada, que também vai ser investigada.

(Via Agencia)

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