04/04/2016

18:26

Por: Alberto Silva

Ministro da Defesa ALdo Rabelo é a favor do extermínio de índios brasileiros

Isso porque se o direito de demarcar terras indígenas passar para o Congresso, que é o que define a lei, a bancada ruralista terá plenos poderes para poder destruir terras jpa demarcadas e meter bala nas populações indígenas que resolverem continuar nas suas casas.

Aldo Rebelo mostra mais uma vez que está do lado dos ruralistas. Mais uma declaração polêmica do ministro da Defesa Aldo Rebelo correu o país inteiro. Ele afirmou ser a favor da famosa PEC 215 que altera o direito de demarcação de terras indígenas em todo o país. O problema é que com essa lei, os latifundiários vão poder, enfim, exterminar os poucos índios que ainda restam no Brasil.

Isso porque se o direito de demarcar terras indígenas passar para o Congresso, que é o que define a lei, a bancada ruralista terá plenos poderes para poder destruir terras já demarcadas e meter bala nas populações indígenas que resolverem continuar nas suas casas.

Coisa que já acontece com os Guarani Kaiowas atualmente no Mato Grosso e que vai se estender por todo território nacional.

Não é a primeira vez que Aldo Rebelo vai contra os interesses das populações oprimidas em favor do agronegócio. O ministro foi conhecido como o deputado da motosserra ao aprovar e apoiar o novo Código Florestal, que está mais para um Código do Desmatamento e da Impunidade. “Não tenho conhecimento se o governo federal tenha posição definitiva sobre a PEC, me parece que não há uma posição oficial do governo. A minha posição pessoal é de achar que a Câmara deve buscar ter um papel mediador no conflito envolvendo índios e não índios em todo o território nacional”, disse Rebelo à CPI da Funai.

Aldo Rebelo ainda disse que se preciso for é preciso chamar a polícia para impor que índios saiam dos seus territórios. Um verdadeiro genocídio que pode acontecer no Brasil. “Minha preocupação é buscar fazer com que as Forças Armadas procurem sempre cumprir missões de interesse nacional e reduzir ao máximo nossa presença em conflitos que envolvem parcelas distintas de população brasileira, como garimpeiros, terras indígenas, conflitos com fazendeiros. Achamos que isso é área de segurança pública e atividade policial e não das Forças Armadas”, concluiu o ministro.

PENSA BRASIL

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