16/12/2015

20:57

Por: Alberto Silva

Mesmo com muito pão e mortadela manifestação do PT foi um fracasso em todo Brasil.

Participavam movimentos a favor da presidente da República. Polícia não havia informado estimativa de público.

Manifestantes se reuniam nesta quarta-feira (16), na Avenida Paulista, em São Paulo, em ato contra o impeachment de Dilma Rousseff (PT). O protesto acontece três dias depois de uma manifestação contra a presidente da República ocorrer também na Paulista. Às 17h não havia estimativa de público.

O G1 acompanha atos contra o impeachment da presidente no país em TEMPO REAL)

Segundo a assessoria de imprensa da PM, a concentração começou às 14h30, no vão livre do Masp. Por volta das 17h30, o grupo ocupava totalmente a Avenida Paulista, em frente ao museu.

Eles iniciaram caminhada em direção à Praça da República, no Centro, segundo a PM. Às 18h40, parte seguia no sentido Centro da Rua da Consolação. No mesmo horário, outro grupo ainda estava na Avenida Paulista, perto da Rua Peixoto Gomide.Manifestantes levavam balões dos movimentos. Seis caminhões de som estavam na avenida, dos quais quatro de pequeno porte. Enquanto caminhavam, alguns participantes do ato soltavam fogos de artifício e sinalizadores.

Trabalhadores (CUT), a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), o Sindicato dos Químicos de São Paulo, o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), o Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp), a União Nacional dos Estudantes (UNE), a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), o Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST) e o Partido Comunista do Brasil (PCdoB).

Os manifestantes também pediam a saída do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB). Uma faixa com a frase “Fora Cunha” era carregada. Outra faixa de grande porte dizia: “Não vai ter golpe”. Outras pautas eram defendidas pelos manifestantes, como o fim do ajuste fiscal.

“A gente está aqui para defender a democracia, o que estão alegando para tirar a Dilma é porque ela investiu em projetos sociais”, disse a professora Camila Tenório Cunha. Ela afirmou que, apesar de ter Cunha no nome, também pede a saída do presidente da Câmara dos Deputados.

O contador aposentado José Alves de Castro, de 86 anos, também era contra o pedido de impeachment. “Participei da época da ditadura e é um golpe querer tirar a Dilma da presidência.”

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