16/07/2016

12:38

Por: Alberto Silva

Lei Rouanet, o fanatismo de quem quer viver apenas com dinheiro da cultura, dinheiro do povo, veja…

Desespero pra segurar Dilma e garantir manutenção de "Teta Gorda", chamou atenção dos reles mortais, violentados pelo abandono e esquecidos no anonimato.

Aquários, Sonia Braga como estrela maior. Chegou em Cannes como favorito, somente na ótica de críticos brasileiros. Nada ganhou. Caiu no esquecimento. Assistido por ninguém e serviu como Pano de Fundo, para cena deprimente.

Nós não representamos o Povo Brasileiro, mas na França ninguém sabe.

Cultura, Democracia e Jesus Cristo. Símbolos Sagrados. Santos Nomes elevados em vão.
Vagabundos enchem a “burra” de dinheiro e vem a público se apresentando como Operários, a Serviço de um Bem Maior.
Questão polêmica, repleta de vertentes. Demanda impossível de ser discutida na íntegra.
Resumirei comentário no quesito “Cultura”. Consequentemente trazendo à tona fanatismo ideológico de esquerda e Lei Rouanet.

– E ai? Como gastar a grana da Rouanet?
– Sei lá!…Nunca vi tanta grana junta.
– Fica Dilma.
– Não vai ter golpe.

Discrepância Gritante, salientando detalhe que nada tem de coincidência.
Esmagadora maioria dos Artistas que saíram às Ruas defendendo o “Fica Dilma, Não vai ter Golpe”, são beneficiários da Lei Rouanet.
Milhões entregues a esses poucos privilegiados, para financiar suas produções, muitas de custo e gosto duvidosos. Tudo sempre em nome do incentivo à Cultura.
Incentivar quantidade, em detrimento de qualidade, resulta em Produção de Cultura Inútil.

Vagabundos enchem a "burra" de dinheiro e vem a público se apresentando como Operários, a Serviço de um Bem Maior. Questão polêmica, repleta de vertentes. Demanda impossível de ser discutida na íntegra. Resumirei comentário no quesito "Cultura". Consequentemente trazendo à tona fanatismo ideológico de esquerda e Lei Rouanet.

Tá olhando o que?
Sou Comunista.
Enriqueci com o PT e me garanto
Desespero pra segurar Dilma e garantir manutenção de “Teta Gorda”, chamou atenção dos reles mortais, violentados pelo abandono e esquecidos no anonimato.

Não foi preciso investigação profunda. Olhada superficial evidenciou uso indevido de uma boa Lei, infelizmente transformada em sustentação de Governo, via troca de favores, com formadores de opinião.
A 7ª Arte Tupiniquim revelou útero fértil, forno nuclear, com alto potencial de produção.
Filmes eclodindo em série. Todos são iguais, insossos, com texto, trilha sonora e fotografia fracos. Não compatíveis com custos registrados.
Desnecessário ser Diretor de Cinema, para entender ser barato o criar de estruturas pobres.

Deixa a Dilma em Brasilia. Éla é boazinha comigo.

Destaca-se o talento de alguns atores. Um pouco de qualidade nos sonolentos espetáculos.
A matemática também se viu agredida, após surgimento da lei.
No País não existem salas de projeção suficientes, pra absorver tantos lançamentos.
Meia dúzia de dias em cartaz, mantendo altíssima média de cadeiras vazias e bilheterias desertas. Comentários positivos de uma “crítica” aberta á negociações. Saída obscura para Canais de TV, pra preencher horários de pouca audiência, sendo finalmente  esquecido num baú qualquer, enquanto Produtores comemoram conta bancária com altos níveis de colesterol, devido à obesidade mórbida e de origem obscura…

Poderia citar “n” exemplos de Produções estranhas. vendidas com alarde e que não chegaram em lugar nenhum.
Prendo-me a Entre Abelhas.
Não devemos nos deixar levar pela fama do Elenco, calcada no Humor.
Protagonizado por Fabio Porchat, Luis Lobianco, Marcos veras, Leticia Lima, todos chegados do Porta dos Fundos.
Completaram o elenco a Diva Irene Ravache e a bela Giovanna Lancellotti.
Comediante falando sério, perde a graça.
Lançado com grande expectativa, estacionou em meio à ladeira. nem drama e muito menos humor.
Admiro Porchat. Vejo nele grande futuro, mesmo já sendo uma realidade. Surpreendeu-me ter conseguido ter segurado a tensão do Protagonista, Publicitário saído de Separação traumática, sofrendo de Síndrome, que o fazia deixar de enxergar pessoas ao seu redor.
Não detalharei história. A ideia é boa, mas o resultado final foi o vácuo absoluto.
Tipo do final que nos faz encarar ingresso pago, com dinheiro jogado na lata do Lixo.
Se fosse exceção, sem problemas. Mas na relação dos lançamentos nacionais, ainda é um dos menos ruins.

Marinho mandou calar a boca. Vai encarar? Plin…Plin…

Essa ânsia do produzir, sem prestar atenção no resultado, tem afastado expectadores, hoje revoltados com a overdose empurrada goela abaixo, limitando o poder de opção do cinéfilo.
Para piorar situação, o empunhar de Bandeiras e ideologias de alguns sabidamente membros de pequena Elite, irrita a população.
O País é livre. Independente da profissão, o Cidadão tem o Direito de defender suas crenças, mas usar meios de Comunicação e Imagens Públicas, para forjar realidade, em nome de interesses não muito claros, nada tem com incentivo à Cultura.
Hoje colhem o veneno do plantado e percebem afastamento de fãs e consumidores. No passado, apaixonados. Hoje enojados e decepcionados.
Situação chegou a um ponto crítico de tal nível, que obrigou a Rede Globo ordenar aos mais “engajados”, caso queiram manter contrato com Emissora, um pisão forte no freio do tesão ideológico remunerado.

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