15/01/2016

23:32

Por: Alberto Silva

Juiz Federal Lewandowski quer liberar 120 mil presos sob a alegação de ‘fazer economia.

Tudo bem, todos sabem que existem pessoas que estão presas e que já deveriam ter saído. Mas, 120 mil?

A bandidagem vai ganhar liberdade, não estamos falando de políticos e sim daqueles já julgados e sentenciados em crime penal.

Além disso, o judiciário, com uma decisão de gabinete, tem condições de fazer um ‘triagem precisa’ e ‘avaliar’ quem serão os libertos? Se são mesmo provisórios?

Ou quando libertarem esses sujeitos poderemos ter as ingratas notícias de que não eram provisórios, que foram libertados por ‘engano’?

E outra, o argumento de que tal libertação em massa é pra ‘fazer economia’, é uma piada sem graça, um absurdo tremendo.

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Ricardo Lewandowski, anunciou, nesta quarta-feira, a meta de reduzir à metade o número de presos provisórios no país — ou seja, pessoas que estão presas, mas ainda não foram julgadas. Hoje, de um total de 600 mil detentos, cerca de 240 mil são provisórios. O objetivo de Lewandowski é diminuir o número a 120 mil. Segundo ele, a economia aos cofres públicos com a medida será de R$ 4,3 bilhões por ano, somando o custo médio de cada preso. Na análise do ministro, a redução será possível a partir das audiências de custódia, já implantadas em todo o país. Pela regra, todas as pessoas presas em flagrante precisam ser levadas à presença de um juiz no prazo de 24 horas, inclusive aos finais de semana. Cabe ao magistrado analisar a necessidade ou não da prisão. A audiência tem cerca de dez minutos e, ao fim dela, o preso pode ser imediatamente liberado, para responder em liberdade pelo crime de que foi acusado. (O Globo)

É só não roubarem o povo 24 horas por dia, nos 03 poderes, das cidades até Braísília, que a economia acontece e as coisas melhoram, não é?

(Via FCS)

Compartilhe:

Comentários

* O Pensa Brasil não se responsabiliza pelo conteúdo dos comentários e se reserva o direito de eliminar, sem aviso prévio ao usuário, aqueles em desacordo com as normas do site ou com as leis brasileiras.

Mais Lidas

100