20/09/2016

08:52

Por: Alberto Silva

Jim Carrey é processado por morte de namorada

e acordo com a ação, apresentada na Corte Superior de Los Angeles por Mark Burton, ex-marido de Cathriona, o ator “usou sua imensa riqueza e fama” para obter opiáceos para White.

Burton assegura que o ator comprava remédios com o nome de “Arthur King” e que depois “tomou uma atitude para ocultar e confundir seu envolvimento e culpa” após a morte de Cathriona.

“Há momentos na vida em que você tem que parar e defender sua honra contra o mal no mundo”, disse Carrey em um comunicado citado pelo site TMZ. “Não vou tolerar esta tentativa cruel de me explorar ou explorar a mulher que amei”.

O conhecido ator americano Jim Carrey foi processado nesta segunda-feira (19) por ter supostamente fornecido medicamentos, com um nome falso, para sua namorada Cathriona White, que morreu por overdose de remédios no ano passado, e por tentar ocultar seu envolvimento.

O advogado Marty Singer, conhecido por representar celebridades, disse que a ação é uma tentativa de Burton de extorquir o ator.

White “roubou” uma receita médica de Carrey, afirmou Singer ao TMZ.

No processo, diz-que que Carrey estava obcecado por controlar e manipular a mulher, de 30 anos, com quem tinha uma relação irregular desde 2012; e que ele podia controlá-la através de câmeras de vigilância que ficavam em uma casa de Los Angeles onde White permanecia em algumas ocasiões.

O ator e seu assistente supostamente teriam consciência de que White não havia saído de casa por mais de um dia em setembro, quando morreu, e nada fizeram.

As informações da imprensa até o momento sobre a morte de White diziam que Carrey e ela teriam rompido alguns dias antes.

Nesse dia, Cathriona teria enviado uma mensagem em sua conta no Twitter em que dizia: “Estou desativando meu Twitter, espero ter sido uma luz para as pessoas mais próximas a mim e queridas”.

Segundo a investigação judicial, White se matou devido uma dose letal de medicamentos controlados.

O processo afirma que as três caixas de remédio que foram encontradas junto ao corpo estavam em nome de “Arthur King”.

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