03/05/2016

09:24

Por: Alberto Silva

Impeachment não tem mais volta, petistas podem espernear, acabou

Depreende-se das explicações do Procurador, feitas com calma e propriedade, oferecendo um fabuloso contraste face a truculência dos psicopatas

O vídeo a seguir demonstra claramente que Dilma não irá permanecer no comando do país. Em 3 dias haverá uma votação no congresso para acatar o pedido de Impeachment e assim Dilma Rousseff já estará impedida por 180 dias.
Os petistas batem na mesma tecla sem argumento “GOLPE”, não adianta espernear, acabou.

Para quem não acompanhou nesta segunda-feira a reunião da Comissão Especial do Impeachment no Senado, aí está a gravação da alocução do Procurador do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (TCU), Júlio Marcelo de Oliveira.

O site da revista Veja sumariou numa matéria o que foi dito e ouvido nessa reunião. É coisa de arrepiar o cabelo. O Procurador Júlio Marcelo de Oliveira explica de forma didática e calma todos os crimes de responsabilidade fiscal praticados sem a menor cerimônia por Dilma Rousseff. Pode-se, portanto abstrair todas as demais irregularidades, corrupção, roubalheiras, petrolões, sítios, acarajés, pixulecos, tríplex, comícios dentro do Palácio do Planalto, enfim, um turbilhão de ilicitudes sobejamente conhecidas de todos os brasileiros, menos por aqueles que são surdos por conveniência e ideologia e/ou que de alguma forma tenham culpa no cartório e esperneiem para não serem enjaulados.

Para quem não acompanhou nesta segunda-feira a reunião da Comissão Especial do Impeachment no Senado, aí está a gravação da alocução do Procurador do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (TCU), Júlio Marcelo de Oliveira.

Depreende-se das explicações do Procurador, feitas com calma e propriedade, oferecendo um fabuloso contraste face a truculência dos psicopatas do PT, que as ditas ‘pedaladas fiscais’, eufemismo matreiro para esconder crimes brutais, que nada além do que embasa o pedido de impeachment é necessário. Os fatos ficaram agora muito claros e evidentes.

Quem ainda tinha alguma dúvida sobre a objetividade e a perfeita fundamentação jurídica da petição do impeachment, ao ouvir a calma e didática explanação do Procurador do Ministério Público junto ao TCU, terá uma oportunidade de ouro para não errar e muito menos sair por aí zurrando que “é golpe”, ou no mínimo fazer coro com a comunistada de plantão que defende a ilegalidade – aí sim – de nova eleição presidencial.

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