27/01/2016

14:14

Por: Alberto Silva

Gritos de socorro de uma adolescente morta fazem sua família abrir o caixão após enterro. É realmente surpreendente

Nessas imagens você consegue ver os membros da família quebrando o túmulo de concreto de Neysi Perez de 16 anos. Parentes desenterram o cadáver da menina e notaram que o vidro do caixão estava quebrado, e as pontas dos dedos estavam bastante machucados. Os membros da família contam que infelizmente aparecem tarde demais, e garota acabou morrendo pela segunda vez. Os parentes não pouparam esforços para salva-la.

Em imagens da pra ver o desespero de uns dos  membros da família quebrar o tumulo de concreto de Neysi Perez de 16 anos.  Após desenterrar o cadáver eles observaram o vidro manchado, e os dedos dela estavam  com marcas de lutar  pra sair. De acordo com a família deles, teriam salvo a menina se tivesse sido  aberto a tempo  o caixão. Uns dos parentes lutou pra salva-la mas, não conseguiu. Ele acredita que ela tenha ido a óbito pela segunda vez.
Os peritos que analisaram o corpo constaram que não houve um sinal de marca ou de ação de sobrevivência, e o corpo acabou sendo enterrado novamente. Antes da morte de  Perez, ela tinha uma gravidez de 3 meses, e muitos problemas de pânico, um dia em uma noite ela acordou pra usar o banheiro externo de sua casa e repente ela entrou em pânico assustada depois de ouvir tiros, mas, os pais  encontraram a jovem desacordada e ela começou ter convulsões,  os pais sem sabe o que fazer procuraram um padre da igreja mais próxima que, desconfiadamente dizia que a moça estava possuída por um espirito do mal.
De acordo com os parentes o padre tentou exorcizá-la, mas logo ela apresentou sinais da morte precoce, sendo levada imediatamente para o pronto socorro, onde foi ao óbito. No dia do seu funeral ela usou o seu vestido de casamento de alguns meses . Rudy Gonzales o seu marido foi fazer uma visita em seu tumulo após um dia de sepultamento , foi quando ouviu os gritos agonizantes  pedindo ajuda dentro do túmulo, ele fez de tudo, mas foi tarde demais diz ele chorando.
(Via família, texto enviado por eles)
gritos de socorro

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