04/04/2016

22:26

Por: Alberto Silva

Enquanto isso mais de 70 pessoas já morreram por H1N1 e o governo não faz nada…

No país, São Paulo concentra o maior número de registros destes atendimentos na rede de saúde -foram 372 pacientes até 26 de março.


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Dilma, Maria a Louca, não dá uma palavra em rede nacional a favor da nossa pátria, para anunciar uma ação definitiva ao combate do H1N1. O Brasil já registra 71 mortes por complicações pelovírus da gripe A (H1N1), segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde nesta segunda-feira (4).

Deste total, 55 ocorreram em São Paulo, Estado que registra um avanço de casos graves ligados ao vírus ainda antes do inverno, segundo autoridades de saúde.

Os dados foram contabilizados até o dia 26 de março. O número de mortes por H1N1 neste ano já é quase o dobro do registrado em todo o ano de 2015, quando houve 36 óbitos após complicações dos sintomas. Em 2014, foram 163.

Além de São Paulo, também houve mortes registradas em Santa Catarina (três casos), além de Ceará, Bahia e Minas Gerais (dois casos cada). Também houve mortes no Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Rio de Janeiro e Pará (um registro cada).

Em nota, o Ministério da Saúde diz que está monitorando os casos de H1N1 nestes Estados junto com as vigilâncias locais.

CASOS GRAVES

Ao todo, o país já registra 444 casos de Srag (síndrome respiratória aguda grave) ligada ao H1N1, que ocorre quando há complicações dos sintomas da gripe, como falta de ar.

O número representa um aumento de 45% em relação ao último boletim divulgado pelo Ministério da Saúde, com dados até 19 de março, quando havia 305 registros.

No país, São Paulo concentra o maior número de registros destes atendimentos na rede de saúde -foram 372 pacientes até 26 de março.

A notificação dos casos de gripe no país é feita por meio de dois tipos de monitoramento. Um deles é a vigilância sentinela, modelo que monitora os tipos de vírus da gripe em circulação por meio de amostras coletadas de uma parte dos pacientes atendidos em hospitais de referência.

Hoje, não há uma notificação obrigatória de casos de gripe no país, devido à impossibilidade de registrar todos os casos, segundo o governo. Um segundo monitoramento, assim, ocorre apenas para os casos graves, a chamada Srag, quando o paciente é internado com complicações dos sintomas. A orientação é que todas as internações por esse motivo sejam informadas pelos hospitais às secretarias de saúde.

Além de São Paulo, há registros de casos graves por H1N1 em outros 13 Estados e no Distrito Federal. São eles: Santa Catarina (22), Bahia (9), Paraná (7), Pernambuco (5), Goiás (5), Distrito Federal (5), Minas Gerais (3), Ceará (3), Pará (3), Rio de Janeiro (3), Rio Grande do Norte (2), Mato Grosso (2), Mato Grosso do Sul (1) e Espírito Santo (1).

VACINAÇÃO

Apesar dos registros, ainda não é possível falar em uma situação de avanço do H1N1 em todo o país, segundo o Ministério da Saúde. Em entrevista à Folhana quinta-feira (31), o diretor de doenças transmissíveis da pasta,Cláudio Maierovitch, lembra que há casos e mortes registradas por H1N1 todos os anos. “A questão é observarmos um aumento na quantidade de casos [nos Estados]”, afirma.

Entre os Estados que já confirmam esse aumento está São Paulo e Santa Catarina, por exemplo. O Distrito Federal também informa estar em “alerta” para um possível aumento de casos.

Neste ano, a campanha de vacinação contra a gripe está programa para ocorrer entre 30 de abril e 20 de maio no país. Em São Paulo, a vacinação será antecipada e inicia nesta segunda-feira, com a imunização de profissionais de saúde. Em seguida, devem ser vacinados a partir do dia 11 outros grupos prioritários: crianças maiores de seis meses e menores de cinco anos, gestantes e idosos.

Para prevenir os casos, o Ministério da Saúde recomenda que sejam adotadas medidas de higiene como lavar as mãos com frequência e evitar locais com aglomeração de pessoas.

(VIA FOLHA E AGÊNCIA)

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