28/07/2016

13:01

Por: Alberto Silva

Brasil já começa preparar novas eleições, após olimpíadas a cobra vai fumar, cai Dilma e Temer…

De acordo com o sócio administrador, a mudança de endereço ocorreu em janeiro de 2014.

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Gilmar Mendes, recebeu nesta semana ofício da secretaria municipal de Finanças de Uberlândia (MG) sobre fiscalização feita na empresa DCO Informática Comércio e Serviços Ltda., que recebeu R$ 4,8 milhões da campanha da presidente afastada Dilma Rousseff e do vice Michel Temer, em 2014, para enviar mensagens no aplicativo WhatsApp.

No ofício, a secretaria informa que a empresa, que recebeu o valor em curto intervalo de tempo, funcionava com apenas um notebook e um servidor. A DCO recebeu esse volume de recursos em apenas quatro dias de outubro daquele ano, conforme pagamentos que constam da prestação de contas.

Como relator das contas de Dilma, Gilmar pediu a fiscalização de algumas empresas. Em abril, ele já tinha encaminhado à Secretaria Municipal de Finanças de Uberlândia cópia de um documento apresentado pelo PSDB, no qual o partido aponta indícios de irregularidades envolvendo a empreso DCO Informática Comércio e Serviços Ltda. “O estabelecimento não possui identificação na fachada, aparentemente também funciona como residência.

No ofício, a secretaria informa que a empresa, que recebeu o valor em curto intervalo de tempo, funcionava com apenas um notebook e um servidor. A DCO recebeu esse volume de recursos em apenas quatro dias de outubro daquele ano, conforme pagamentos que constam da prestação de contas.

De acordo com o sócio administrador, a mudança de endereço ocorreu em janeiro de 2014. Ele alega que a empresa possui possui um servidor, um notebook e três funcionários não registrados na CLT”, diz o ofício enviado ao TSE. O ministro Gilmar enviou as informações ao Supremo Tribunal Federal (STF), onde o caso está em análise por decisão da Justiça.

No início deste ano, o caso foi enviado ao STF para definir a questão do foro, já que envolvia a presidente afastada, e está sob análise também da Procuradoria Geral da República.

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