09/05/2016

11:08

Por: Alberto Silva

“2016 será o grande ano da maconha”, diz David Friedman, investidor do ramo

O mercado legal corresponde a no máximo 10% da movimentação do setor nos EUA. Quem investe na área conta com a expansão e o surgimento de novos produtos e serviços.

A venda legal de maconha bate recorde ano a ano nos Estados Unidos. Em 2015, foi da ordem de US$ 3,4 bilhões a US$ 5 bilhões, dependendo de quem faz o cálculo. Se contado o mercado negro, porém, a economia gerada a partir da Cannabis ultrapassa US$ 50 bilhões, pelas estimativas do executivo David Friedman. Ele é diretor-presidente da MJIC, uma empresa de investimentos e serviços de apoio para empresas do segmento.

Produtos e serviços associados à maconha representam novas possibilidades para investidores. Há necessidades variadas e muito específicas num setor que trabalha com uma matéria-prima ilegal na maior parte do mundo — cultivo, transporte, finanças, marketing, embalagens, processamento. De acordo com a consultoria New Frontier, especializada no ramo, o crescimento anual dessa indústria nos EUA é da ordem de 27% e a receita das companhias pode triplicar até 2020, chegando a US$ 15 bilhões (a revista americana Forbes tem estimativas mais modestas). No momento, apenas cinco estados americanos permitem o uso recreativo da planta — Colorado, Alaska, Oregon, Washington e Distrito de Columbia — e 23 consideram legal o uso para fins médicos.

A venda legal de maconha bate recorde ano a ano nos Estados Unidos. Em 2015, foi da ordem de US$ 3,4 bilhões a US$ 5 bilhões, dependendo de quem faz o cálculo. Se contado o mercado negro, porém, a economia gerada a partir da Cannabis ultrapassa US$ 50 bilhões, pelas estimativas do executivo David Friedman. Ele é diretor-presidente da MJIC, uma empresa de investimentos e serviços de apoio para empresas do segmento.

Friedman acredita que 2016 será “o ano da maconha nos Estados Unidos”. Sua empresa criou uma bolsa chamada Marijuana Index, que inclui as ações relacionadas à planta. Bastante volátil, ele conta cerca de 150 empresas. Inclui grandes companhias listadas em bolsas de valores e pequenas empresas atuantes no segmento.

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